segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mensagem ao Luís Cíilia, se por acaso por aqui passar

Querido Amigo

O meu filho Pedro Leote Mendes, Técnico de Som, num Teatro de Faro, Guitarrista e que dá também aulas de Guitarra, por falta de verba do Teatro ( o que não admira, num País que nem tem Ministério da Cultura), perdeu o lugar que tinha no teatro e ficou consequentemente sem trabalho seguido e assegurado.
Tem um filho com 7 anos, que também vai tocando Guitarra.
Se por acaso, no meio em que evoluis, tiveres conhecimento de algo que possa resolver este problema, ou entre os amigos, ficaria reconhecida.
Deixo aqui o contacto e quer seja como técnico de som como Guitarrista ou a dar aulas de Guitarra, mesmo a crianças:
Técnico de Som
Guitarrista
Aulas de Guitarra em Faro
tel-  934121297

email: pierrefaromendes@gmail.com

Marília Gonçalves

Minhas doridas Làgrimas, pelos que Sinceros e generosos, avançaram com Abril




e toda a minha repugnância, pelos que traíram Abril!

e a minha fraterna Solidariedade por todos os que sofrem Abril Perdido
e todas as consequências que esse crime, trouxe para Portugal e para o Povo português

AULAS DE GUITARRA em Faro- Pedro Leote Mendes

Pedro Leote Mendes

passem a todos os vossos conhecimentos! passez à toutes vos connaissances!

 Com este processo é possível não ter fome

contra a fome! Contre la faim!
Manger et avoir la force pour se battre!
Alimentar-se e ter força para Lutar!


http://www.youtube.com/watch?v=8d1vg6kvt2s&feature=related


passem para todos os vossos conhecidos, nunca se sabe!
com este processo, não se morre de fome, ensinem outros, nao deixem ao vosso lado ninguém ter fome! que todas as criancinhas tenham pelo menos sopa para comer! e este processo é legumes que produz
Vamos ser gente a sério!!! humanos e fraternos!!!
vamos ensinar!!!

Projeto Hortas Verticais 2




Passez à toutes vos connaissances, on ne sait jamais!

A VISÃO DE UM CIDADÃO COMUM XVIX ( Silly Season?! )




Quando era menino e moço dizia-se que a Silly-Season (conceito anglo-saxónico que se refere ao período de férias dos políticos, tribunais, jornalistas, etc) começava na segunda quinzena de Julho e terminava no final de Agosto. Sempre associei este período às coisas boas da vida: sol, calor, praia, sardinhadas, mais tempo em família, frutos sumarentos e doces, férias...enfim tudo aquilo que não vamos poder disfrutar neste período estival que se avizinha.

Bem vistas as coisas, o próprio conceito de silly-season alterou-se, já não se trata de um espaço temporal em que nada de relevante acontece, nem mesmo um período moratório anual que servirá que carregar baterias para o ano seguinte. Actualmente classificaria como silly-season os dias que estamos a viver: escândalos financeiros e políticos que se arrastam pelos tribunais e pela Assembleia da República, amplamente esmiuçados nos meios de comunicação, mas sem consequências para os seus protagonistas; uma crise financeira e social, sem precedentes, à escala continental que todos fazemos por ignorar como se fosse possível resolver-se por si própria; a nível da União Europeia vive-se um período de tensão entre Estados comparável àquele que antecedeu a guerra mundial; uma taxa de desemprego (“coiso” para o Álvaro entenda ou “oportunidade” para ser assertivo à PPC) avassaladora que atinge os 20%.

Todos estes indícios que apontam uma crise sem precedentes, uma tempestade perfeita, continua a não afastar os portugueses da festa, do Rock in Rio com bilhetes a 60 euros, das festas populares ou das comezainas fora – «podemos entrar na miséria amanhã mas hoje é “vivemos” barriga cheia e com musica no ouvido!».

E assim vamos cantando e rindo, sem preocupação visível, porque uma grande parte dos Nossos concidadãos prefere manter as aparências invés de reclamar contra as carestias que (quase) todos sentem, porque a nossa sociedade á muito que trocou o ser pelo ter, mesmo que o ter seja à custa do endividamento.

Esconde-se a pobreza e as dificuldades porque se tem vergonha...vergonha de ter um automóvel mais económico e antigo que o vizinho, de não passar férias no estrangeiro ou num aldeamento turístico no litoral algarvio. Vergonha de admitir que as actividades extracurriculares e colégios dos filhos começam a pesar muito num orçamento familiar cada vez mais magro; vergonha de assumirem as crescentes dificuldades financeiras consequência das medidas de austeridade impostas pela Troika.... Decerto que muitos dos leitores pensarão que foi desta que perdi o juízo, outros porventura se lembrarão de amigos ou familiares que se enquadram neste quadro.

Ás duas únicas certezas que existem na vida, morte e impostos, pode-se agora acrescentar uma terceira: o pior ainda estará por chegar. A pouco mais de duas semanas das eleições legislativas gregas, a Europa e Portugal brincam ao faz de conta e embora algumas instituições já tenham começado a elaborar planos de contingência para a saída da Grécia da zona Euro, nada nos poderá preparar para o que aí vem...

Desengane-se quem pensa que a nossa permanência no euro está nas nossas mãos. Não será a fazer o papel de bom e dedicado aluno que nos salvará dos mercados antropofágicos na sua sofreguidão pelo lucro imediato. Somos demasiados pequenos para sermos salvos e certamente que o cenário da zona Euro ficará mais apelativo aos olhos dos investidores com Portugal e a Grécia retirados de uma equação com demasiadas variáveis e que se mostra de resolução impossível.

Os mercados traçarão as suas linhas de defesa do Euro em Espanha, cuja situação é tão ou mais complicada que a nossa mas, cuja saída do Euro levaria não só ao fim da moeda única como também à implosão da própria União Europeia e consequentemente dos seus lucros.

Todo este descalabro social e financeiro poderá, caso saibamos a aproveitar, constituir uma hipótese para refundar a nação económica e socialmente. Criando um plano estratégico para um desenvolvimento sustentado e ecologicamente responsável que vise maximizar as sinergias possíveis, assente numa agricultura e indústria modernas, com tecnologia de ponta e meios humanos tecnicamente bem formados, promovendo uma sociedade assente não no compadrio, tráfico de influência ou corrupção mas sim no mérito individual, dever-se-á promover uma cidadania activa, civismo e o humanismo.

Já não vamos a tempo de evitar o pior, mas ainda temos um pequeno período moratório para irmos preparando o dia + 1. Mas para que isso seja possível primeiro será necessário saímos deste lodaçal moral e politico em que vivemos e para o qual tenho alertado nestes últimos seis meses. O tempo urge e já peca por ser tarde...

Um abraço,
Nuno Melo

Publicado  na página do facebook da AOFA..

sábado, 2 de junho de 2012

A DINAMICA DA TRAGÉDIA (IR) REVERVÍVEL DE PORTUGAL,IRMÃO DA GRÉCIA.


                                                    ( CONCLUSÃO )



Todavia,  quando isto se tornar insuportável para quem trabalha,  pensemos no que virá a seguir:  se não for a revolta, será Portugal tornar-se num pais tipo Marrocos, eles,  têm morangos para exportarem, nós, se não fizermos nada, temos cortiça, vinho e sapatos,  alguma tecnologia e os automóveis de Setúbal, mas isto será suficiente para manter um país de desempregados, pensionistas e emigrantes (para quem os subsídios vão chegando, para sobreviverem)?

Então, fixemo-nos no milhão de desempregados que pode ainda crescer, mas como se vai resolver esta questão?

Por certo, todos se lembram que o 1º Ministro  Sócrates prometeu criar durante 5 anos, 150 mil postos de trabalho, dizem que não cumpriu esse objectivo, então, como absorver  um milhão de desempregados, muitos, com mais de 40 anos de idade?

Uma solução foi apontada EXPELIR, para fora do país,  através da emigração, com este excesso, voltar aos anos 60, mas mesmo aqui, como poderá ser absorvida a mão de obra com mais de 40 anos?

 Emigrar é uma decisão muito difícil, com a adaptação a novas culturas hábitos,  e língua. Está quase, de certeza, muito para além das competências sociais, psicológicas e profissionais dos muitos que têm mais de 40 anos. Só quem está muito distraído e é muito incompetente, como no governo e na troika é que não percebeu que este RUMO E ROTA ESTÃO ERRADOS ECONOMICAMENTE e são IMORAIS E INJUSTOS.

 Numa aritmética simples, se em 5 ano,  foi um projecto ambicioso criar 150 mil postos de trabalho, para um  milhão seriam precisos cerca  de 30 anos, com um programa bem sucedido de, em cada 5 anos, haver 150 novos postos de trabalho, o que, é manifestamente uma impossibilidade, por esta via.

O problema SOCIAL E ECONÓMICO DE PORTUGAL, COMO DA GRÉCIA NÃO TÊM  SOLUÇÃO,  sem uma grande intervenção da EU, para o emprego e o desenvolvimento, com um plano de ajuda financeira  não especulativo, com a mutualização da divida  e, no caso militar, das despesas com a Forças Nacionais Destacadas (FND) e, obviamente, que nada disto contende com  o rigor das contas publicas, que estariam bem melhores, talvez mesmo saudáveis, se não fossem a corrupção, as luvas e a evasão fiscal , e os vencimentos inaceitáveis de gestores e administrações, mesmo de empresas públicas falidas. Etc. etc..

Para cerca de2/3 da população: ou Morremos ou  vegetaremos, sem um plano estratégico de médio e longo prazo, para o desenvolvimento e  o crescimento económico, defendendo objectivos   calendarizados e quantificados,  para a  reindustrialização do país,  com metas muito bem definidas e programadas em termos de inovação técnica e tecnológica, desde os equipamentos,  aos  materiais usados e métodos de produção;  formação de ponta adequada para empresários e trabalhadores; estratégia de internacionalização e de substituição de importações; integração de empresas de modo a obter-se produção de escala; valorização do mérito, redução de impostos e dos custos dos factores de produção, nomeadamente a energia,  e, é  nestas linhas que se tem de mexer, para aumentarmos a  produtividade, e  sermos concorrentes e competitivos com a Alemanha e outros países, sem  os trabalhadores e a classe média   serem, ainda,   mais sacrificados nesta deriva, porque já ganhamos muito abaixo dos demais.

E, voltamos ao princípio, mas que pode o cidadão individual, comum,  fazer no meio deste lodaçal ?

Uma atitude é esperar por um sidonismo, ou surgimento de um  Messias, e,  se nada for feito, em caso de desastre nacional, ele surgirá,  mas será esta a atitude  adequada?

Outro comportamento é debater ideias, exigir e trabalhar nas mudanças, porque elas, de qualquer modo, vão acontecer, e como os  militares sabem, quanto menor as modalidades de acção estudadas, menos hipóteses há de sucesso, face a uma situação muito volúvel e com muitas variáveis. E,  então, se nem sequer se pensar no que fazer, perante o que pode ou está acontecer na Grécia, nossa irmã,  é de dizer, admitir mesmo,  que a tragédia é irreversível, e , aqui,  chegados todas as alternativas ditatoriais estão abertas.

Esperaria  que houvesse um D. João I e uns tanoeiros de Lisboa com a alma de 1383- 1385, mas… coisas…. Não acredito…. Coisas…. Por vezes,  parece  que querer dar um contributo para Portugal  é um enredo ficcional, não literário, obviamente, à Miguel Cervantes.

Esperemos que, alguma vez,  todos estes esforços fiquem sob  a forma escrita, para que no Futuro haja alguma memória destas vãs coisas, e se compare que caminhos diversos poderiam ter sido seguidos, e, sublinho que  sempre defendi e defendo,  que as Forças Armadas, em países com tantas fragilidades ao nível da cidadania e da democracia, não podem ter um papel tutelar, mas não estão fora da cidadania, e devem ser, como se admite há pelo menos mais de um século, uma RESERVA MORAL DA NAÇÂO, e  a esta tarefa devem de  prestar o melhor dos seus esforços, estudos e disponibilidade moral e física , de acordo com o vínculo singular  que é o seu - de defenderem Portugal e os Portugueses até com o sacrifício da própria vida.

Andrade da silva

PS: sei como todos e como muitos que praticam  que  é muito mais seguro e cómodo falar depois das coisas acontecerem, ou talvez melhor estar  sempre calado,  mas também sei, como todos que se tudo for silêncio, funcionará o principio da inércia que reproduz mais do mesmo, até que tudo rebente, como a teoria da entropia dos sistemas revela.

O Sr. Ministro da Defesa Nacional estabeleceu um paralelismo entre o momento actual e a Batalha de Trancoso,  coisa estranha, vinda deste governo.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A DINAMICA DA TRAGÉDIA (IR) REVERVÍVEL DE PORTUGAL,IRMÃO DA GRÉCIA.



                                     ( parte I)

                                               INTRODUÇÃO:

Os dados revelados sobre a economia; as sucessivas notícias sobre negócios ilegítimos, envolvendo milhões de euros, os GRAVÍSSIMOS escândalos com as secretas, o sucateiro e outros provam, de um  modo inequívoco, tudo quanto tenho  dito sobre a desconstrução do estado e das suas reservas morais, a nível institucional – Forças Armadas e magistraturas – e, mais grave, muito mais grave, do país, e da cidadania, em que milhões de cidadãos Se sentem impotentes, perante a calamidade que, desde há muitos anos, como uma mancha de lodo tem coberto  Portugal e “matado” quase todas as algas produtoras de oxigénio.”

 Mas, apesar desta muito evidente,  evidência, que,  na parte que me diz respeito, desde  2008  - altura em que recuperei a liberdade de expressão – venho a referir em linguagem em claro, não codificada, compreendo, de um ponto de vista até psicológico, quanto é perturbador para muitos dizer tão claramente que seguimos um rumo , se não mesmo uma rota completamente errada, percebo-o,  porque alguns entendem que a solução é pura e simplesmente politica- militar, ou mesmo militar e, isto, não se anuncia. Todavia penso que  esta visão do problema está profundamente errada até porque se baseia em pressupostos  de ignorância técnica e outros mitológicos. A própria natureza das Forças Armadas é tocada pela realidade social circundante, sobretudo, a predominante.

Outros pensarão, porque é dada pessoa a falar, está a desejar o   regresso a um passado ou  um futuro glorioso, ou como tal imaginado, o que, sem base de validade e verdade se recusa.

 Há  também os que esperam que as coisas se consertem, como é da sua  suposta própria natureza, consertarem-se, mas quase sempre mal, e, ainda, há os que pensam mil e outras tantas coisas, mas calam-se.

Todavia, a situação hoje é diferente  de outras passadas, e a Grécia vai marcar um rumo,  e pode obrigar a mudanças dramáticas, mesmo na rota Europeia .

  A Grécia, seja qual for o resultado das eleições, vai mexer, assustar, complicar toda a estratégia Alemã e dos governos que seguem a Sra. Merkel, incluindo, de um modo evidente, o português, por isto mesmo, e, porque,   hoje, pouco na situação europeia se assemelha à Europa humanista, progressista e progressiva do pós II guerra mundial, seria bom, muito bom, que os que sabem que não há sidonismo, nem saudosismo, nem “presentismo” podre e corrupto  que resolva  a actual  crise no curto, médio, ou talvez  mesmo longo prazo,  fossem pensando, motivando alternativas, planos B.

Também se compreende que muitos julguem que não nos compete fazermos estudos de situação, e, sobretudo, pensarmos em modalidades de acção inovadoras, todavia estes, provavelmente, vão ficar muito estupefactos com as eleições na Grécia ,e com o que se vai seguir, por andarem distraídos ou em Marte, como acontece em Portugal e ao que parece com a troika, quanto ao dantesco número de desempregados.

Ainda compreendo que para alguns a opinião politica expandida fora dos cânones tradicionais os deixe atónitos, quando, por exemplo, falo de novo grupo de liderança,  podem pensar que refiro-me  a  uns ungidos, todavia, reporto-me  à necessidade de preparar este grupo  para evitar a emergência de ungidos , e  apelo a todos para se motivarem e começarem a pensar quem poderia e deveria dirigir o pais segundo 3 eixos: DEMOCRACIA COM DEMOCRACIA; DEFESA DA DIGNIDADE HUMANA; DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO, no período de emergência Nacional que vivemos, e vamos viver por 10,15,sabe-se lá por quantos anos!

A  necessidade de um novo grupo de liderança acabará por se  pôr, pode ser que a tragédia não se precipite , e que tudo ainda se possa resolver, aquando das próximas eleições legislativas e, sobretudo, Presidenciais, como pretendem os puristas, mas o cansaço da Nação, as dificuldades e o LODO podem fazer precipitar tudo, no sentido da implosão social, ou da morte do país.

Contrariamente, a tudo o que tem sido feito ao nível das eleições presidenciais, o Presidente da Republica, é uma figura central no debelar da crise que passa, e das que se podem avizinhar, não na proposição de soluções gastronómicas para Portugal, mas de fundo.

É a alma de Portugal que está em causa, perdida no meio de um chiqueiro de corrupção, irresponsabilidade, arrogância, imoralidade,  injustiça, também  telenovela e circo.  Tudo é tão evidente que o presidente do Benfica em linguagem rude, não sei se com  moral para tal,  traça o quadro real do chiqueiro que vai muito para além do universo desportivo.

Se compreendo as inibições cognitivas pela natureza do assunto, fica, todavia, a matemática e a questão dos números, e, aqui, não há dúvidas: os salários indirectos dos políticos, quiçá dos gestores, aumentam, como era de prever, também o previ; os tais mercados, contrariamente ao que para aí se diz, têm rostos e nomes  são:  bancos, fundos de pensões seguradoras, entre outras : AXA, Goldman Sachs, Stander, Scor,Berskshire Hathaway, e as individualidades que dirigem estas organizações, são  antigos membros de governos conservadores, sociais -democratas e socialistas e até   um antigo secretário geral da ONU ( “monde diplomatique”, versão portuguesa, maio 2012, em “Os mercados financeiros têm rosto”) e, de um modo, superevidente, temos a realidade dura, cruel dos números:  cerca de um milhão de desempregados;  a despesa pública a crescer, apesar da despesa com o pessoal diminuir mais de 5%,   a  da saúde também etc; e parte da despesa cresce por causa dos juros  da dívida e neste campo vai ser sempre a subir; a receita decai ESTRONDOSAMENTE no IVA e  IRC, isto é,  

a actividade económica e  industrial estão  comatosas, e,  uma vez mais, o que sobe é a receita do IRS,  mais de 9% , isto é, os impostos  sobre o trabalho e os pensionistas, ou, dito de outro, modo enquanto houver gente que trabalha e pensionistas para espremer, o Estado e os desempregados vão sendo alimentados.

andrade da silva

PS: publicado na página do facebook  da Associação de Oficiais das Forças Armadas ( AOFA)