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Amanhã, 6 de dezembro, vai a votos na ordem dos psicólogos portugueses uma lista- A.-da psicologia plural, com a preocupação de uma psicologia junto das comunidades. Mesmo que não seja a vencedora, como membro da sua comissão de honra, tudo farei para que este vector do apoio à população se concretize com protocolos com juntas de freguesia , câmaras, voluntariado etc, e que também faça ao nível psicossocial o que deve, para que a comunidade portuguesa p...ossa enfrentar melhor a ameaça de 47% de perda dos actuais postos de trabalho, por causa a 4 ª Revolução Industrial, nos próximos 10 a 20 anos, segundo estudos de uma Universidade de Oxford, e de novo, aqui , a CS tem um papel importantíssimo.
Não quererá o Público ser o number one em Portugal?
PS: e-mail, enviado ao director do público, com conhecimento ao meu amigo, colega e camarada Carvalho, da lista A - psicologia Plural - candidata á direcção da OPP.
Acrescento o contacto aos sindicatos e centrais sindicais, governo e Assembleia da Republica,
Presidente do Lisbon Institute of Global Mental Health, José Caldas de Almeida defende uma psiquiatria feita mais na comunidade e menos nos hospitais. Nesta sexta-feira são apresentados os primeiros resultados de um estudo com novos…
Portugal é tão lindo, como a foto da super lua sobre Mafra o prova.
MAS:
Dizer que Paulo Macedo é um supercomputador de saberes e competências - esquecendo o seu desastre no Ministério da Saúde, com a morte evitável de milhares de doentes, nas urgências, numa das epidemias de gripe por: desidratação, frio, fome e falta de tratamento - é uma afirmação no mínimo retórica, despudorada e insensível.
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Estive, como convidado, na abertura do XX Congresso do PCP, encontrei antigos companheiros de lutas de Vendas Novas e Montemor foi um momento maior, porque foram lutas pela justiça, e não por qualquer ditadura que me esmagaria como a semi-ditadura actual o faz, uma mais completa prendia-me ou fuzilava-me.
Foi referido no Discurso de Jerónimo de Sousa o mapa da destruição de Portugal pelo governo do PSD/CDS: 500 mil desempregados, milhares de empresas falidas, degolação financeira do povo, dos pensionistas e dos funcionários públicos. Foi um governo de terror, que, ora, derrotado , os seus apoiantes passaram à guerrilha. O PCP neste campo considera que travar esta politica de desastre Nacional foi e é (é mesmo) importante, e que para o PCP quanto melhor para o povo, melhor.
A maior parte da intervenção teve muito a ver com a dialética do PCP ,cuja realização terá de ser analisada em cada acto concreto, nomeadamente, na luta contra a corrupção, na luta pela transparência, pela defesa do estado social e da democracia participativa. A questão da União Europeia e saída do EURO, foram apontadas sem referência a nenhum plano operacionalizado.
Foi, ainda, importante, o pouco contacto que tive com jovens da juventude comunista de Moura, quando lhes perguntei se alguma vez tinham ouvido em discurso directo algum dos jovens militares que tinham feito o 25 de Abril, a resposta foi não. Lancei-lhes o repto de dizerem em Moura, ou onde quer que seja, que podemos ir lá falar-lhes.
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EIA: primarismos adolescentes retardados.
Sou republicano, mas considero absolutamente primário, mesmo um acto de uma adolescência atrasada , a atitude do BE para com o representante da monarquia Espanhola, aceite pela maioria esmagadora dos espanhóis, logo, o acto do BE é uma ofensa ao Povo Espanhol , e envergonha o parlamento português, pelo que ,deve ser censurado a nível parlamentar, e o regulamento interno não deve permitir estes actos.
Todavia, o BE pode e deve ir para a Serra Nevada ajudar os republicanos que lá estejam ,a implantarem a República em Espanha, sobretudo, agora que está fresquinho e dá para limpar mais as ideias. Compreendo-os, porque devem ter todos entre 25 a 30 anos, mas falo-lhes com um exemplo pessoal ver se entendem a coisa : não sou crente, mas quando vou a Igrejas por amizade com os meus amigos que partiram, ou quando, como comandante militar, tive de participar em cerimónias religiosas, sempre mantive a posição de respeito - de pé, nos momentos solenes da liturgia, nem pode ser de outro modo, ao nível da moralidade, da decência e mesmo da inteligência social. Trump com trumpisadas ganhou as eleições nos EUA, o que, acontecerá aqui, usando o mesmo método? Mas julgamos que deve ter sido um acto da rebeldia adolescente já depois do prazo, pelo que, é preciso ter paciência, mas também dizer- lhes que o recreio é depois das sessões plenárias. Foram as más governações do PS que potenciaram o crescimento do BE, logo...
Porém, EIA- PORTUGAL É BELO!
asilva.
PS:
Deolinda Cardoso:
Bem hajas João por fazeres sempre, o teu trabalho de casa.
João Andrade da Silva:
Trabalho de casa faço e muito, de rua e na mudança de Portugal nem tanto a grande maioria das pessoas desertaram ou adoram Judas.
O Abril da Liberdade, da dignidade, do desenvolvimento, da justiça do direito e social está prisoneiro nas funduras deste estado da corrupção, da retórica, da dialéctica, da mentira, dos primarismos pseudorrevolucionários. Revolucionários reconheço 1383, 1640, 1910, e o 25 de Abril 1974; o 28 de Maio e o 25 Novembro são actos contra Portugal e 2/3 de portugueses. Verdade, verdade é que PPC, Portas e Cavaco destruíram o país de um modo colossal, mas a herança da corrupção, do amiguismo, do golpismo mantem-se intocável, porquê?
Carlos Arinto:
Sim, as tuas opiniões congregam milhares de portugueses que ainda pensam pela sua cabeça.
Não precisamos de "amanhãs que cantam" mas de vida.
João Andrade da Silva:
Caro Arinto se os portugueses ouvissem e quisessem ser justos, lutadores por Portugal e pelos 6.666.666 de nós que pagamos as favas, bastante poderíamos mudar internamente. Sacam-nos, a cada um de nós, milhares de euros por causa do crédito mal barato, que foi dinheiro dado aos amigos e que está pelos offsores, ora, se não querem devolver o cacau. logo 20 anos de prisão, como o fazem os americanos. Não querem ser presos que se SUICIDEM! Mas, aqui estão em liberdade com pensões de dezenas de milhares de euros/mês e são venerados como donos disto tudo, que continuam, de facto, a serem, mudem-se ou não, os governos de direita, para do PS com apoio do BE e PCP, e nada lhes acontece, mas como, porquê? Dizem que é o estado de direito a funcional ,mas qual Estado de direito, se um negro, quando acusado de roubar um TM, vai logo para a cadeia com 4 anos de prisão, outros, uns quantos, são acusados de terem defraudado os portugueses em milhares de milhões de euros : 16 mil milhões( dá para dar 500 € a cada um dos 2 milhões de portugueses abaixo do limiar da pobreza durante 16 meses) ou 200 mil milhões ,bem pior ainda( Paulo Morais e colaboradores , A25A, Novembro 2012) e nada lhes acontece?
Desde que nos entendemos responsavelmente como gente que compreendemos que só quando nos damos é que a vida faz sentido. Quando nos damos à pessoa amada; quando nos damos ao possível projecto de vida; quando nos damos à(s) causa(s) que elegemos.
Nem sempre o darmo-nos corresponde às expectativas que criámos e ficamos decepcionados quando assim sucede.
Um desgosto de amor é um capítulo do «livro da vida» que escrevemos; outro amor que venha não substitui o que perdemos, outro amor é isso mesmo: é outro amor.
Um projecto de vida nem sempre está ao nosso alcance e dele fica a frustração a magoar-nos, mas vamos em frente, porque a vida não pára e porque a subsistência tem exigências inadiáveis.
A(s) causa(s) eleita(s) quase sempre nos exige(m) a integração em colectivo(s). E daí decorre a relação com o outro: às vezes gratificante e frutuosa; outras vezes difícil até ao limite da maleabilidade; outras vezes ainda difícil até à inevitável ruptura.
Temos notícia de histórias de vidas gratificantes; de histórias de vidas que cederam na maleabilidade até extremos quase insuportáveis; e de histórias de vidas que preferiram a ruptura quando os princípios ou os valores ou a dignidade determinaram dizer não.
Não vamos arriscar julgamentos de maleabilidade construtiva ou de rupturas. Recusamos a presunção de nos assumir como o outro.
Ninguém pode ser o outro, assim pensamos, assim procuramos agir.
Sofremos decepções em projectos de vida e em causas que elegemos. Umas mais dolorosas, outras menos. Há quem sustente que estas decepções são ensinamentos. É matéria complexa, por isso mesmo umas vezes será pacífico aceitar que sejam ensinamentos e outras vezes será preferível considerá-las de outros modos, assim no plural.
A nossa consciência é a nossa bússola. Se bem escolhemos o(s) caminho(s), ela nos gratificará; se mal o(s) escolhemos, ela nos punirá. ~
A nossa conduta, as nossas opções, as nossas decisões serão sempre nossas e sempre da nossa exclusiva responsabilidade.
Ninguém poderá viver por nós a nossa vida; não poderemos jamais viver a vida do outro.
* José-Augusto de Carvalho Alentejo, 30 de Novembro de 2016.
Jovens jogadores falecidos hoje num acidente aviação
Tão injusto.
Tão precocemente partem.!
My GOD!...
Uma lágrima por eles
Um grande abraço solidário às famílias, à sua cidade e ao povo Brasileiro.
Um abraço ao meu filho e aos seus companheiros do futebol que, como jogadores amadores, amam o Futebol. Que dor! Revejo neles, a alegria do meu filho, quando foi a Paris, jogar num campeonato amador. E que dor imensa a dos pais, irmãos, filhos... MY God!. Choro todas as demais vitimas .
Convém recordar que Fidel impôs uma paupérrima prisão em Cuba com base na infeliz dicotomia do "fascismo ou revolução" — a que o nosso 25 de Novembro de 1975 felizmente pôs cobro. Pelo menos até agora
Na passada sexta-feira, dia 25 de Novembro, foi lançado em Lisboa o livro precisamente intitulado O 25 de Novembro e a Democratização Portuguesa (Gradiva, 2016). Sob a coordenação de António Barreto, João Salgueiro, Luís Valença Pinto, Manuel Braga da Cruz e Vasco Rocha Vieira, a obra foi apresentada por Jaime Gama e Manuel Braga da Cruz.
Em boa verdade, a iniciativa assinalou bastante mais do que o lançamento de um livro. Culminou um vasto programa de iniciativas da sociedade civil (onze, com efeito) que tiveram lugar durante o ano passado para assinalar os 40 anos do 25 de Novembro de 1975. O livro agora publicado dá conta das comunicações apresentadas em todas essas iniciativas. Um primeiro conjunto de comunicações tinha já sido publicado pela revista Nova Cidadania (No. 58, Primavera de 201.......
COMENTÁRIO:
Grandes Varões Grandes democratas. Faltará sempre ao senhor António Barreto explicar que para aplicar uma lei inconstitucional, à luz da constituição de 1976, mobilizaram a GNR toda, colocaram o Alentejo a ferro e fogo, mataram de morte matada 2 trabalhadores um, o Casquinha, de 17 anos, massacraram as carnes de homens e mulheres, e revelar quem foi o Fidel de Castro que prenderam? Ou quem era em Portugal o Fidel, Álvaro Cunhal, mas aconteceu alguma coisa a algum comunista? Se foi um golpe comunista, porque chatearam e prenderam militares que nunca foram do PCP, nem nunca disseram ou viram em Fidel ou em Che " El Comandantes"?
São muito democratas, mas falam sempre sem contraditório. Mas, se são tão democratas e justos, o que dizem sobre a corrupção, o que dizem sobre o crédito mal parado, o que dizem sobre os desvios de capitais públicos, a má gestão de empresas etc. que levaram centenas de milhares de trabalhadores para o desemprego, dezenas de milhares para a miséria e a irem dormir para a rua com as casas penhoradas, centenas de suicídios, enquanto, os falcões, enriqueceram brutalmente, um dos que está na lista de grande varão fez publicidade enganosa ao banco do sr. Rendeiro . outro grande varão democrata, mas serão mesmo democratas?
Na minha opinião de democrata-republicano, filho do povo, militar de Abril, não ladrão, considero que perante a actual ditadura esclavagista e tantos e tamanhos crimes, e calados estão, mentem, e, logo ,não são democratas de lado nenhum, são do grupo que o Papa Francisco refere, como sofrendo, eventualmente, de esquizofrenia social.
Mas têm muita sorte a falta de coragem e as negociatas da ocasião de outros deixam -vos o terreno todo aberto para vitoriarem toda a vossa maldade, e, agora, ainda por mais tempo com o aumento da esperança de vida, mas também serão esquecidos, muito embora, a história nunca vos julgue.
Contudo, na pocilga de covardes ,vendidos e silenciosos em que se tornou o ciprestal jardim das camélias tá tudo certo - VIVAM!
Oh varões estais todos bem e muito seguros,porque a vossa Ditadura está vitoriosa e sólida, com a apoio doce dos escravos rendidos, por ordem dos seus capatazes que desde que mamem nas tetas da porca da politica esquecem-se dessas coisas parvas e mesmo criminosas de revoluções etc.etc. etc.
andrade da silva
PS: De acordo com a constituição de 1933 declaro que não sou, nunca fui militante do PCP. nem de nenhum partidos marxista, socialista, social -democrata ou falangista ou do diabo que vos carregue.
Templo Diana/Évora 1º ponto de encontro para recebermos a indicação para nos dirigirmos para a reunião de revoltosos no Monte do Sobral ( 9 setembro 1973)
NOTA: OBVIAMENTE QUE ESTE GRITO DEVERIA SER DITO POR OUTREM E EM OUTRA PARTE QUE NÃO NUM HUMILISSIMO BLOG. PORÉM, QUEM FAZ O QUE PODE FAZ O QUE DEVE, SOBRETUDO, NA CONDIÇÃO DE MATADO CIVILMENTE. SITUAÇÃO QUE É A MINHA E A DE OUTROS MILITARES DE ABRIL, SIMPLESMENTE.
Depois do CDS de Lisboa querer que a Capital recorde o “gande heroe” do 25 de Novembro 75, o sr. Major-General Jaime Neves, que cumpriu heroicamente todas as missões no 25 de Novembro, mas, ao que dizem, não cumpriu nenhuma missão no 25 de Abril 74, mais actos de igual teor deveriam suceder-se.
Assim, agora, com a morte de Fidel de Castro vêm uns, que dormiam no 25 de Abril 74, como o catedrático Luciano Amaral ( CM 27 Novembro) comparar os capitães de Abril aos “Barbudos da Sierra Maestra”, o que, pode parecer generoso, se depois não associasse essa gloriosa vitória a uma ditadura pior que a de Fulgêncio Baptista - algo quase impossível, mas que segundo a cátedra aconteceu ( ai os que se curvam perante os púlpitos!), todavia, o ilustre catedrático comete dois erros crassos de ignorância ou má fé, a saber:
1- esquece que em Portugal a consanguinidade com os gloriosos combatentes da Sierra Maestra , se existe será feita com os seus camaradas do PCP antes , durante e depois do 25 de Abril e sempre. Não julgo que tenham visto tamanha Glória nos militares da Abril, excepcão feita a alguns, Vasco Gonçalves que não sendo do PCP, ao que se julga saber e pessoalmente creio, mereceu uma distinção muito especial, ou a algum outro que eventualmente pertença às suas fileiras, mas não de um modo público, como é do conhecimento geral. O PCP, julgo que fala dos capitães de Abril, de um modo retórico, logo, muito longe de qualquer comparação com os gloriosos lutadores contra a ditadura de Fulgêncio, e nem dedica a amizade intrínseca e a veneração que lhes votam, isto é, para o PCP, na minha observação, a haver revolucionários comparáveis com os de Cuba são os seus militantes que lutaram contra o fascismo, muitos deles no dia 25 de Abril 74, na clandestinidade ou presos, logo, o doutor Luciano não deve ter feito esta análise e medido as suas consequências;
2 - O doutor Luciano, como muitos outros, pouco parece saber sobre o Movimento dos capitães, então, humildemente, dir-lhe -ei e a quem estiver disponível , o seguinte: O Movimento dos capitães iniciou-se bastante antes do 25 de Abril 74. Na Guiné de um modo estrutural com os capitães Golias, Fabião, Duran Clemente, Otelo, entre outros, e também com posições individuais de muitos camaradas, como, entre outros, Dinis de Almeida, a recrutar pessoal em Lisboa no Galeto. Neste grupo, também me incluo , em 13 Novembro 72 , alferes, com 24 anos de idade, da Damba, gritava ao meu camarada alferes Custódio Pereira - ambos estamos vivos e possuo o aerograma- que era preciso dar a volta àquela Guerra e, assim, todos em 1973, logo, abraçamos a conspiração do movimento dos capitães. Em 9 Setembro de 1973, reunimo-nos no Monte Sobral/ alcáçovas, (136 camaradas) para protestarmos por
EIA: A SEMENTE VIGOROSA DA REVOLTA!
causa da condução militar da guerra. Porém, logo a partir desta data, um conjunto de camaradas das unidades ditas fortes( Escola Prática de Cavalaria, de Infantaria, de Artilharia, Paraquedistas e Artilharia de Cascais) passaram a reunir-se na Casa do Salgueiro Maia/ Santarém ( também lá estive) para mudar o regime e acabar a guerra. A partir deste ponto, terei de dizer que, na minha opinião, tudo é idêntico à gloriosa marcha de Fidel e tudo é diferente, desde logo, o tempo e a formação dos autores e actores do 25 de Abril, muito influenciados pela guerra de Africa, e por tudo o que sabíamos de bom e de mal dos grupos de guerrilha, onde, as noticias de fuzilamentos dos supostos traidores não nos podia deixar indiferentes, conquanto, nos teatros de Operações os actos de traição se tornem mais evidentes, mas as execuções sumárias são sempre bastante duvidosas etc. etc. Todavia, o movimento dos capitães tinha e teve a grandeza dos combatentes da Sierra Mestra, o que, entre nós, os portugueses, todos, o esqueceram, banalizando o que foi muito difícil , heroico e, depois só ouvindo, mais mal que bem, Vasco Lourenço, para sobretudo falar do 25 De Novembro 75, Otelo para falar do posto de comando da Pontinha , mais um ou outro para falarem de episódios específicos, e, em paralelo há todo um esforço IGNÓBIL de reescrever o 25 de Abril, na parte militar pelos vencedores do 25 de Novembro de que dona Cristas fala, e também Mário Soares, este, até que a voz lhe doesse, fora disto o silêncio, ou o empenho do PCP em torno da figura militar de Vasco Gonçalves, e uma acção mais geral para contar, ou quiçá reescrever, como convém a cada grupo, o papel de Salgueiro Maia. Contudo, o movimento dos capitães e depois o Movimento das Forças Armadas, sobretudo, na sua dimensão aliança POVO-MFA, foram muito, muito longe no seu sonho de dar novos mundos ao mundo, através da paz, e criarem uma SOCIEDADE LIVRE,DIGNA E DESENVOLVIDA, e durante o tempo em que a aliança POVO-MFA existiu não houve execuções, assaltos a partidos de direita ou igrejas, ou sequer agressões. O MFA pretendia mudar a sociedade portuguesa, mas sem derramamento de sangue e sem uma ditadura opressiva, violenta, sendo que num período revolucionário as mudanças do poder politico e económico são uma convulsão, que aconteceu em Portugal sem sangue, e o sangue que foi derramado foi em consequência dos feitos da contrarrevolução, ou seja, usando idênticas metáforas às dos "barbudos", pelos clones dos "falangistas". A dimensão da não violência e as referencias e convicções por uma sociedade Democrática, Digna e Desenvolvida , tendo como balizas o estado de direito e a social-democracia dos países nórdicos, coloca este MFA pelo seu sonho, mas também pelas consequências mundiais do seu acto num patamar histórico, heroico inigualável. Sem sermos cópias de ninguém, ousamos fazer o impossível, conseguimos -Vencemos ,e quando este país, Portugal ,e os portugueses deviam reflectir, conhecer esta gesta do MFA, por razões internas, ou seja, pelo MFA se ter deixado contagiar pelas tácticas politico. - partidárias, e externas ao MFA a luta politico -partidária o estado da arte de Abril a que chegamos - no dizer de um camarada de Abril, um militar de pé, silenciado como tantos outros, e que não foi objecto de venda nas mercearias da pantanosa politica - é este:
EIA:
“Camarada
Tudo o que o CDS municipal refere é verdade:
-terminou a revolução
-a extrema esquerda foi reciclada
-O MRPP regressou aos tachos
-os militares de esquerda foram afastados
-os militares de centro foram apaparicados para servir de montra
- os militares de direita foram para as grandes empresas
O centrão tomou o poder e os partidos que servem de contrapeso a estes , à esquerda e à direita, garantiram a continuação de uma existência eterna .
Isto tem sido a democracia do politicamente correcto, dos direitos sem deveres, do fim da autoridade legitima, das liberdades dos ricos e poderosos etc.., que agora toda a gente anda muito preocupada, porque o capitalismo face à crise vai tentar mais uma saída, desta vez, não com um Kaiser ou um Fuhrer mas com um simples CEO do tipo populista com um nome que em português soa a Tru(a)mpa.”
Mas, em Portugal, queiram ou não os donos disto, não é possível a um grande povo, como o português, continuar a aceitar que gente vil , cínica e grosseira no seu interesse e dos seus afilhados matem de morte matada ABRIL e os MILITARES DE ABRIL que não sendo os Barbudos da Sierra Mestra, ou outros, não destoam em nada das figuras com moral pós convencional ( Piaget) de Spartacus, Leónidas, Cristo, Che - Combatente, Gandhi.
CAMARADAS QUE A HONRA ,A CORAGEM NUNCA NOS FALTE!
andrade da silva
PS: Templo Diana 1º ponto de encontro para recebermos a indicação para nos dirigirmos para o Monte do Sobral