quarta-feira, 15 de novembro de 2017

VIVA A LIBERDADE!


CAI MUGABE, HOSANA! Apesar de  já ser   um morto-vivo.
CAI ISABEL DOS SANTOS, SERÁ DESTA QUE A LIBERDADE NASCE EM ANGOLA!
PRESIDENTE LOURENÇO ESTAMOS CONTIGO.
VIVA!
TODOS OS CORRUPTOS, TODOS OS METRALHAS,TODOS OS DITADORES PARA A PRISÃO.
TODOS OS LOUCOS NO PODER PARA OS MANICÓMIOS.
Para todos os aldrabões no poder pimenta na boca e pontapé no traseiro .

VIVA A LIBERDADE!
andrade da silva

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

PELOS VALORES E COM OS VALORES.


Que os valores sejam sempre a coluna vertebral e o pensamento mais alto da formação e da prática de todos.: o serviço à Pátria. a lealdade, a coragem,o pensamento critico,o espírito de missão,mas também o sentido da grande responsabilidade de defender quem comandamos, para que desamparos pelo poder politico, como aconteceram na 1ª Guerra e noutras guerras nunca possam ser aceites pelos Chefes Militares., cujos 1º passos são dados na AM.
Aos novos camaradas aquele abraço e que a vida difícil e dura não ofusque, nunca, o direito a uma justa e correcta camaradagem por parte dos camaradas cadetes mais velhos e também quanto ao exercício da acção disciplinar e de formação pelos comandantes.,instrutores e professores
Quero registar que neste Outubro, quando passamos pela Amadora para comemorar os nossos 50 anos de entrada, ingressamos em 1967, registei o grito da AM mais vibrante que já ouvi - mais forte que o troar de um grupo de artilharia em eficácia. e as palavras de muita frontalidade e coragem do capelão
.Aos novos camaradas oficias do Exército e da GNR Bom-Sucesso! Bem-haja a AM e ao seu general comandante pela grande cerimónia que nos foi proporcionada.
VIVA PORTUGAL! VIVA A AM! CUMPRIREMOS SEMPRE A NOSSA MISSÃO PARA COM A PÁTRIA,OS PORTUGUESES E A HUMANIDADE!

andrade da silva coronel situação militar reforma.

PS: Comentário postado na página Academia Militar. Todavia praticar os valores é um acto do maior risco,mas marca a diferença.... 

domingo, 12 de novembro de 2017

IMAGINEM QUE....



Desculpem lá, mas tenho de comentar à minha maneira

Ele há cada um….então não é que tenho sido bombardeado com uma noticia(?) que me deixou perplexo: a PSP a mando do MP entrou por um velório dentro e…zás, levou os corpos dos falecidos, perante o espanto e irritação dos velantes….são situações destas que nos fazem pensar como era diferente o velório noutros tempos. Se não vejamos:

Princípio do séc XX . Início dos a nos 20. Uma pequena aldeia no nordeste transmontano de seu nome Larinho. Como todas as aldeias era pobre, mesmo muito pobre. Tão pobrezinha que os moradores não tinha dinheiro para fazer os funerais com a pompa que hoje se realizam. Havia um esquife de serviço publico ( penso que foi o serviço que antecedeu o leasing….)ou seja, meia dúzia de tábuas pregadas de modo a imitar um caixão. Os defuntos eram velados em casa ( o velório consistia numa “ festa”,  isto é, as pessoas iam aparecendo ao longo da noite e …comiam , bebiam e…contavam histórias, sobretudo das que tinham a ver com o morto…era a forma de o homenagear pois, segundo o Eça, todas as pessoas, durante dez dias – dez – após a morte são sempre boas pessoas…) mas voltando à nossa história, havia o tal esquife onde as pessoas eram colocadas e nele eram transportadas , a pé , até ao cemitério, que ainda é anexo à Igreja. Ali era deitado o corpo para a campa, coberto de terra e lá ficava ( as “artes” funerárias, ou seja as campas bem ornamentadas só começaram a aparecer depois da emigração já que até aos anos 70, 80, as campas eram de terra e com um simples número de identificação). O esquife voltava para uma sala de arrumações que há ao fundo da Igreja à espera do morto que se seguisse

 Ora num desses funerais os homens que transportavam o esquife, numa das curvas da rua que levava ao cemitério calcularam mal o ângulo e bateram com o caixão nas pedras da parede. O esquife caiu ao chão, partiu-se e o falecido com a queda “ ressuscitou” ou seja, abriu os olhos e falou. ( devia ter tido uma paragem cardíaca e a queda funcionou como desfribilador…). Toda a gente a gritar e a fugir, assustada…a viúva ( o morto era homem) lá se agarrou ao marido e ainda viveram mais meia dúzia de anos, felizes…não para sempre mas até ao dia em que o homem “ voltou” a morrer.No dia do funeral e quando se aproximavam da curva onde da primeira vez tinham batido, ouve-se a voz, bem alta, da viúva, gritando : “ Cuidado com a esquina”…esta história contou-ma minha avó Glória, indicando o nome da família …e a esquina foi chamada de   “ esquina do morto” durante vários anos.
https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif

Agora imaginem que havia PSP, MP e outros agentes……

Dorbalino Martins

PS: Agora havendo dinheiro e loucura quanto baste janta-se no Panteão com ou sem farra  de stripas .... coisas  (AS)



sexta-feira, 10 de novembro de 2017

VERDUGOS DA HISTÓRIA (I) ANTÓNIO BARRETO CALUNIA



                           Mas   onde param as boinas à CHE,como diz uma mentirosa




PORQUE TANTO ÓDIO E OMISSÃO ACERCA DO MFA DA ESCOLA PRÁTICA DE ARTILHARIA (EPA) VENDAS NOVAS EM TEXTO DE 2017?

Ou não falam do Glorioso MFA DA EPA ou caluniam com ódio,porquê?


EIA estes mentirosos:

Li os extractos da obra de António Barreto  " Anatomia da revolução",reeditada em 2017  e que seguem em anexo.

 No capitulo da Revolução Agrária diz a prefaciadora Maria de Fátima Bonifácio ( cruzes canhoto!)  que a Escola Prática de Artilharia   ( Vendas Novas) criou brigadas para ocupação das terras com soldados com boinas, onde ostentavam o emblema do Che. Nunca se evocou nenhum Che nesse tempo, que no Quartel de Vendas Novas era um desconhecido. Não havia células de partidos organizadas a não ser que fosse na clandestinidade, (Mas  é de admitir que  supostamente em relações sexuais no outeiro com pessoas tais,  supostamente alguns soldados envergassem, fora das horas de serviço, boinas tais nos seus órgãos  sexuais para entusiasmarem as mentirosas de hoje e exalantes e luxuriantes  meninas burguesas de ontem - pessoalmente não tive, de nenhum  modo, qualquer relação sexual nestes contextos, logo, também não sei destas supostas artimanhas, mas a existirem boinas estranhas só as vislumbre nestes contextos de luxúria ) havia, sim, um órgão do MFA , o Grupo de Dinamização da Unidade (GDU) de que era o chefe, por eleição democrática de todos os oficiais, claro com um maior peso dos  oficiais do SMO em mim. Como era evidente: era um dos  mais novos e, seguramente, desde sempre, muito próximo deles,  fora até seu instrutor em minas e armadilhas. Depois a composição deste órgão era mínima,  ao longo do tempo foi constituído por mim,o capitão Amílcar Rodrigues,algum apoio pontual do tenente/ capitão Sales Grade, capitão Castro Pires, Alferes Guerra, Furriéis Sequeira,Nogueira e Pássaro  mais um ou outro, mas éramos, sim,um piquete de emergência com 24 horas sobre 24 horas de serviço para toda a obra, porque até a GNR regressou aos  quartéis e quase fechou as portas,logo...

 Nunca dissemos a terra para quem trabalha, defendemos sempre que as terras cultivadas só poderiam ser alvo de alguma acção de acordo com a lei a aprovar, que  somente foi em Agosto 75.

 Mediei  também conflitos  entre latifundiários, como o de Veiga Teixeira e Infante da Câmara ,tendo a minha secção recebido uma caixa de morangos ou dióspiros de Veiga Teixeira que receamos que estivessem coisa e tal,  mas estavam sãos, infelizmente, o filho de Veiga Teixeira ,que vivia em Coruche,  foi assassinado -lamento-o muito -numa manifestação em Santarém às portas da EPC...coisas... interroguem a História...  

                   O Comandante da EPA, Coronel Sousa Teles, e o 2º Comandante, Tenente Coronel Segurado, em Junho de 1975, estão presentes e escutam-me, logo... onde está o Che e a indisciplina militar?


Diz o douto  António Barreto que não havia uma evidência das terras incultas, ora na zona que vai de Évora a Alcácer do Sal, a partir de Março 75, quando a EPA intervém e começam as ocupações, essa evidencia existia, pois íamos ao terreno ver as terras incultas, as coutadas .Sempre defendemos que as terras bem cultivadas não deviam ser ocupados,o que defendi, concreta e, objectivamente,  em Casebres, quanto à herdade de Palma, depois de a população ter detido na Casa do Povo  o meu camarada Major Chumbinho do Regimento de Setúbal que libertei e impedi aquela ocupação. Também o MFA considerava ilegal a ocupação das pequenas herdades, e em Julho de 75 digo em Cabeção , facto gravado em video que a RTP1   regista e no video  a lei da terra que há erros a corrigir. 

No terreno, no vulcão Revolução,   na reforma proposta pelo MFA -as terras incultas têm de ser cultivadas- como António Barreto refere. Desde Novembro 74  até Março 75, em toda a zona de acção da EPA tratou-se foi, através das comissões paritárias,de  colocar trabalhadores nas herdades e cultivar as terras, o que, fracassou e levou ás ocupações.

Também fala António Barreto  que ocuparam terras dos seareiros, mas nisto ele e outros tão bons como ele nas secretárias  que fossem à Revolução resolver esta questão. Os seareiros no Couço eram ODIADOS ,ODIADOS E ODIADOS muito mais que os latifundiários,  porque, como Taylor -Taylorismo, ensinavam no ISCTE, curso de sociologia - eram mais severos para os trabalhadores que os grandes proprietários.Eram considerados traidores, pides e sei lá mais o quê .

Que pena nunca poder ter contado, em nenhum ponto do terreno,  com estes excelentes seres,nas tais centenas de ocupações em que andamos e que Sousa e  Castro,em 2005 ,diz num texto no Expresso que 50% das ocupações foram feitas por 2 tenentes, que por pudor não cita, mas queria dizer Amílcar Rodrigues e claro eu também , contudo,  nos textos feitos por autores comunistas nem sequer  o papel do MFA é referido que era apoiar as decisões dos Centros da Reforma Agrária e evitar SANGUE  -Senhor BARRETO E DEMAIS BURGUESES MENTIROSOS  - EVITAR O SANGUE QUE A SUA LEI EM 79 FEZ DERRAMAR -  O SANGUE  do Casquinha 17 anos e Caravela no Escoural. 




                                 Casquinha matado pela lei das mortes de António Barreto

A nossa maior Missão era evitar que os assalariados  e os pequenos agricultores  armados de que fala Barreto SE MATASSEM UNS AOS OUTROS, será que não percebem isto, será que são tão ignorantes e imbecis ? Mas como não o devem ser, são professores doutores, logo com um QI acima da média só podem ser verdugos da história.Mas,  porque não  se retratam  antes de morrerem, estou pronto a falar-lhes olhos nos olhos,  como também já o disse ao Sr, Brigadeiro Pezarat que num encontro onde deveríamos estar frente a frente, em Montemor , azar, o sr. adoeceu... coisas... Tenham alguma coragem e dignidade antes de morrerem. E ENTENDAM que o MFA mais que reforma agrária -uma questão também  técnica - andava a cavalo da REVOLUÇÃO AGRÁRIA que é bem mais vasta e rica que a Reforma Agrária. Esta seria a sua  filha primogénita, os olhos da cara da mãe-A REVOLUÇÃO . Entendam, já é TEMPO! 


        AGOSTO 75 Couço/Coruche grande movimento dirigido pelo delegado do sindicato Canejo - um lider ALFA... coisas...

Todavia, também sou surpreendido com a vaga de ocupações sistemáticas no Couço em Agosto 75, o que, comigo em Vendas Novas nunca teriam recebido a alvo do MFA como não receberam em Março de 75 no Escoural, isto é,  NÃO SE FARIAM,porque teria pedido ao comandante da EPA para o impedir. Claro que este episódio do Couço como a ocupação de uma outra herdade bem cultivada de Vacas de Carvalho deu muito brado e com as imagens a correr nunca mais nestas zonas houve controlo

No terreno havia várias concepções de Reforma Agrária a do MFA, já referida a do PCP - a terra para quem a trabalha - a do PS não muito diferente no terreno da do PCP,(a cooperativa de S. Mansos que tanto elogiou António Barreto mereceu do MFA, de mim,  o mesmo apoio que as outras,  nem sabia que seria do PS,nunca pedi cartões a ninguém, tratei de problemas concretos) havia a do PSD que também no QG/RME se defendia as boas terras ficariam nas mãos dos agrários as outras nas cooperativas e o estado que resolvesse a questão, os défices económicos,os saldos negativos  ( da nossa parte MFA nada a opor se pudessem ser cultivadas sem um esforço escravo e  com uma produção e produtividade não frustrantes, só que os trabalhadores não aceitavam esta conceptualização porque dos pedregulhos  diziam não se tira um alqueire de nada ???? logo ...não! ) depois havia a dos outros  que iam com  Otelo pedir-lhe para avançarem,  ao que, segundo o próprio,  dava-lhes sempre luz verde, e, ainda, os que faziam porque queriam ou achavam piada à  coisa,  logo, havia um  grande vulcão que o MFA que chefiei  sem quadros, sem meios,sem viaturas, sem saberes, concluindo sem NADA, apesar de repetidas vezes pedido e nada foi concedido, procurou evitar tiros e fazer o melhor que podia no terreno .

A única instrução que até muito tarde me foi dada pelos meus comandantes era exactamente -  faz o melhor que puderes! A  partir de dada altura, é certo, que o sr. Brigadeiro Pezarat queria agradar a latifundiários e a trabalhadores, como consta nas suas directivas escritas, mas isso  no terreno, depois  de Agosto,  Setembro,Outubro  era AINDA E MAIS TOTALMENTE IMPOSSÍVEL,porquê? Dizem que para acelerar a aplicação da lei da Reforma Agrária ?????? O MFA  foi completamente estranho a esta aceleração, O MFA do Alentejo, no terreno, NÃO TINHA NENHUMA LIGAÇÃO COM  NENHUM PARTIDO, e não  previu este mudar de táctica.  Todavia,  os órgãos do chamado exército regular, pelo sr. Barreto, a secção de informações da EPA,  sem receber qualquer pedido do GDU, alertou em Julho para estes perigos e emergências, por razões do agravamento do desemprego.

Mas sempre direi e repentido-me até à exaustão  que   pena foi para  todos, os sábios não terem  calçado  as botas e irem pisar o terreno,a terra e a lama.Da minha parte até com sacrifício da minha vida teriam toda a protecção, como dei entre outros, em 13 de Março 75 , ao latifundiário Vacas Nunes de Montemor, acusado da responsabilidade da morte de um trabalhador em 1950, fazer parte das forças do 11 de Março 75 e estar armado  em casa até aos dentes... não lhe aconteceu NADA...defendi-o... coisas...
                       Símbolo vivo e gritante do actual abandono -um sobreiro secular jaz no Escoural ,onde, se matou em nome da Lei Barreto,para supostamente florescer a verdadeira reforma agrária, logo...

Também António Barreto leu mal a constituição de 1976 que no capitulo da Reforma Agrária, na  Constituição que tenho que me foi oferecida por uma constituinte do PS Maria Helena,  vai muito mais além do que o MFA fez no terreno, considerando o  distrito de Évora. Nada soube  sobre o que foi feito em Beja ,nem sei quem seria o delegado do MFA no quartel de Beja,unidade que não aderiu ao 25 de Abril no dia 25. Em Beja  o processo foi dirigido pelo Soeiro militante do PCP . Em Portalegre e Santarém de nada soube. Nunca ouvi ao Salgueiro Maia falar destes temas,  e não creio que houvesse qualquer delegado do MFA em Portalegre .

Como membros do MFA agindo no terreno só vi o, então, capitão Porto do Regimento de Infantaria de Évora, o capitão Peixeiro de Elvas  que por vezes se antecipava ás minhas intervenções e bem ( no caso de Elvas e em toda a Região Militar  o Grupo de Dinamização Regional (GDR) era a 2ª linha, muitas vezes teve de ser a 1º , nomeadamente, por causa dos pedidos  SOS do delegado do sindicato  agrícola de Évora, Manuel Vicente, que por razões que o diabo saberá, diz no Livro "Terras Semeadas de Novo" de Antunes da Silva que  ora eu era mais assim,ora mais assado, e que estava isolado nas forças armadas, o que, é certo- então, o Major Gil dizia que era para saltar para o barco deles -os 9- se não iam "dar cabo de mim"o que, sabia,mas HAVIA O COMPROMISSO COM O POVO -a sua SEGURANÇA.logo - como também diz António Barreto o exército derrotou o MFA em 25 de Novembro 75,  também fui alertando SEMPRE que o MFA não era todo o Exército, e É  absolutamente VERDADE que MUITAS VEZES DISSE NÃO ÀS PRETENSÕES dos sindicatos em tudo o que era contrário ao programa do MFA, como me recusei - tinha 26 anos- a dar armas, após convite para  assaltar o paiol  do Regimento de Artilharia  de Évora,onde estava,  que me foram pedidas por DM, antes do 25 de Novembro, dizendo  ao solicitador que as Forças Armadas, de acordo com as ordens de Pezarat Correia,a  todos defenderia de igual modo ) e, ainda, o meu camarada  major comando Gil que também fazia parte do GDR, para onde  fui transferido pelo meu  grande mérito, como foi dito pelo brigadeiro Pezarat em Vendas Novas, reconhecido sempre pelo general Fabião, e os meus camaradas Pinto Soares e Golias, o  meu comandante Torres de Magalhães em Louvor nos finais de 1974,por causa destas acções de dificuldade acrescida,  e o brigadeiro Azeredo até  Agosto 75, porque antes me quis levar para a Madeira,  para ajudar a resolver o problema da  colonia, regime feudal  de exploração da terra mais ou tão gravoso como o do Alentejo,  e não fui, porque o General Fabião não autorizou,  dava  garantias sobre a não violência  no Alentejo. O General Fabião manteve esta postura até o fim da sua vida,de que são testemunhas a sua mulher e filho.

                                  MFA-POVO , Agosto 75,o Capitão Amílcar Rodrigues fala com uma rapariga do povo, linda, mas com  os pés descalços.Lutamos com eles e por ele -POVO.

Finalmente, é espantoso que o Conselho da Revolução (CR), após 25 de Novembro 75, tenha declarado,em documento transcrito nesta obra,  que não permitiria nenhuma regressão na Reforma Agrária, a qual,  veio a acontecer na vigência do CR. com a lei inconstitucional de António Barreto e com  a ocupação militar do Alentejo pela GNR em 1979 .


                            
 Repressão que previra depois de uma reunião em  13 Março de 1976 que tive com o general CEME Ramalho Eanes por me ter recusado por 3 vezes a embarcar para a Madeira. para onde fui deportado em Março de 1976.  Em 18  Abril de 1976 foi cercado pela quadrilha dos Diabos à Solta que me queriam linchar e linchavam. Defendi-me com uma pistola que o meu camarada,  Dinis de Almeida, me emprestou, porque muitos tinham como certo e eu também que me mandavam para a Madeira,onde, era um jovem conhecido, agora, rotulado de comunista,o que, levou a cortes familiares e de amizades antigas, para ser executado pela FLMA. Logo  que cheguei ao Funchal, fui ameaçado pelo suposto operacional da rede bombista Firmino de morte,  do que dei conhecimento por escrito ao Brigadeiro Azeredo que me disse que ficava sujeito à minha (des) sorte, ou seja: não fui morto ,e porque me defendi, em legitima defesa ,fui preso por  2 anos  na Trafaria... coisas..

Enfim, porque se calam as VERDADES E SE DÁ TODO O CURSO ÀS MENTIRAS E ÀS OMISSÕES,mas onde pára, para quem não pertence aos feudos o nosso 25 de ABRIL?

Pelas verdades lutarei  gente maldita, verdugos da História,vendilhões de Portugal e de Abril! Não está em causa este ou aquele tenente : eu ou outrem, este ou aquele dirigente sindical, este ou aquele professor doutor, este ou aquele partido, está em Causa um bem Maior a - HISTÓRIA DE PORTUGAL!

andrade da silva



A GRANDE OBRA DE  ANTÓNIO BARRETO  OU COMO SE MENTE E FAZ A HISTÓRIA::


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Gabriela Figueiredo- UMA HEROÍNA DO QUOTIDIANO .



Uma Enorme filha,grande Mulher ,para mim, um heroína nesta grande Batalha.

Foi uma enorme cadeia de união e solidariedade de centenas de concidadãos que se estendeu à nossa Diáspora, em que o nosso camarada Comandante Serafim,capitão de Abril, sempre presente ,da Suécia manifestou a sua solidariedade por e- mail,
Um grande Abraço
andrade da silva

Gabriela Figueiredo


Quero agradecer a todos os meus amigos que publicaram no Facebook palavras de carinho , e todos aqueles que me apoiaram do Norte ao sul do país e aos que me deram um abraço e estiveram presentes neste momento tão doloroso , não me esquecerei de NENHUM de vocês. Estou destroçada mas vou seguir em frente, pois os meus pais e em especial o meu pai sempre me ensinou que para a frente é que é caminho! 


De cabeça erguida, com dignidade, honestidade e disciplina, foram sempre os principios que o meu pai que me transmitiu. Quero agradecer ao núcleo de combatentes de Odemira em especial ao sr Alfredo fino, ao amigo Antonio Campos ao Estado Maior do Exército, e em especial ao coronel João Andrade da Silva; à equipa excelente da unidade de cuidados paliativos do litoral alentejano, ao Nuno Campos e a sua excelente equipa, que nos ajudaram nesta fase tão difícil, orientando me ,para que no momento final tudo fosse tudo perfeito e com dignidade como o meu PAI tanto merecia. 


Vou continuar a precisar de todos vocês. A amizade é a maior corrente da vida. Um abraço de gratidão do tamanho do mundo para todo

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A MORTE NÃO DERROTA A HONRADEZ.


UM HOMEM BOM,UM BOM CAMARADA O TUDO DO TUDO. NO UNIVERSO NOBRE DO HOMEM-HUMANO


TRANSMITI À FILHA DO NOSSO CAMARADA MARTINS, GABRIELA DE FIGUEIREDO, A GRANDE MANIFESTAÇÃO DE SOLIDARIEDADE PELA MORTE DO SEU PAI, DE CERCA DE 700 PESSOAS, incluindo muitos dos nossos camaradas coronéis, que foram e são capitães de Abril, que se exprimiram através da minha  página no face,deste  blogue Liberdade e Cidadania, da página Abril Hoje,e a da União dos Antigos Combatentes ( UAC).

A todas e todos o abraço cósmico- na certeza de que a morte é uma mera etapa na vida de um soldado e cidadão honrado que, como Camões declarou, da "LEI DA MORTE SE LIBERTA»

................
A sua filha, a Gabriela, informou-me que a cerimónia militar e a entrega que lhe fizeram da Bandeira Nacional lhe calou bem fundo,como um grande Balsamo.

Honrada seja a Pátria e as Forças Armadas que não deixam nunca para trás os seus dedicados filhos.

Honrados Sejam!

Um grande abraço de solidariedade para a Gabriela e toda a família


andrade da silva







terça-feira, 7 de novembro de 2017

PARTIU PARA OUTRA ESTRELA!


AQUELE ABRAÇO CAMARADA MARTINS.
ATÈ SEMPRE!.


Um bom homem,um grande camarada militar, combatente na Guiné e instrutor de condução auto na Figueira da Foz,de que falamos muito .e que acompanhei até ao último momento.

Há 5 dias falamos, já estava muito fraco, mas ainda reconheceu-me a voz. Deixei-lhe o meu abraço.
 Lutou pela vida, como um militar e um alentejano . No Hospital Santiago do Cacém,onde, o visitei, foi bem tratado,felizmente. Bem-haja ao Hospital, aos seus médicos, enfermeiras e auxiliares, na equipa estava uma mulher de Vendas Novas,e, como é da mais elementar justiça ao meu camarada General médico Bargão dos Santos que se interessou pelo seu caso, informando-se de que tudo o que era possível estava a ser feito,como aconteceu,e, ainda, à Liga Dos Combatentes de Odemira por todo o apoio que deu à família, nomeadamente, à Gabriela, filha do nosso camarada, que foi uma verdadeira heroína em todo este processo a vencer dificuldades mil, para além da dor e do sofrimento de ver o seu pai a sofrer. Aquele abraço para todos .

O nosso camarada Martins manteve sempre viva a esperança e o optimismo, nunca o vi em desânimo. Um Homem excepcional. Uma grande lição de vida, generosidade e superior humildade.

À família , sua mulher,filha e netinhos,muito belos e mexidos, um grande abraço.

O Martins continua entre nós de um outro modo. Até já camarada e amigo
Uma lágrima!

Um abraço camarada a todos os que sentiram a partida deste nosso irmão do exército e cidadão de Portugal.
andrade da silva