quinta-feira, 14 de julho de 2011

Investia dinheiro seu na dívida portuguesa? - Opinião - DN

Investia dinheiro seu na dívida portuguesa? - Opinião - DN

Artigo muito interessante e importante que comento, em comentários por questões de ordem técnica.

asilva

segunda-feira, 11 de julho de 2011

VAZIO.



VAZIO






"às sanguessugas-toupeiras, isto é, aos inimigos do homem, e a outros de menor estatuto, mas igual ambição, que se julgam ameaçados pelo crer dos carvalhos"







nem presença, nem ausência;


nem partir, nem chegar;


nem esperar, nem desesperar.


nada!


não ser,


não ter.


sem sol, chuva, mar,


ou oceanos.


cego, perdido,


só!




secura sem humidade,


nem humanidade.


nem choro, dor


ou risos;


simplesmente, um estar, estando,


simplesmente.


o mundo não existe.


a mentira, chama-se esperança.


a vida é a morte.




VAZIO:


fundura, funda,


da caverna do nada.


um estado de alma,


ou a eternidade?


algures, esvoaça


um morcego gigante.






andrade da silva



11 07 11

domingo, 10 de julho de 2011

SAIR DA ROTA DO DESASTRE INEXORÁVEL.



SAIR DA ROTA DO DESASTRE INEXORÁVEL.

 Nota: o texto é longo. Todavia não se pode falar da nossa sina colectiva em duas linhas, é impossível. É preciso um certo esforço e neste texto se resumem ideias expressas em milhares de páginas e na obra de Naomi Klein, sobre  a doutrina do choque.
Aqui não habita novo Bandarra, mas a quem interessa dirão que sim. Todavia se o cenário futuro não for tão trágico será por força de denuncia dos propósitos dos tais mercados, da Reserva Federal Americana, da China, do Banco mundial e do FMI etc.”


Por mais que os semeadores de sonhos, ilusões e amanhãs lancem aos ventos, ou cultivem nos espíritos e mentes que está próximo um novo despertar de paz e harmonia, a realidade inexorável, estudada, e que impõe respostas imperativas é que vamos, o Mundo, vai sair desta rota de desastre, resta somente saber se em benefício de toda a humanidade, ou de 1% + 10% da população, os mais poderosos e os administradores e gestores da sua fortuna, até um 1/3 da humanidade, mais coisa menos coisa; ou na hipótese mais favorável até 2/3,  com total sacrifício de 1/3 a 2/3 dos restantes, a  serem dizimados  por uma guerra mundial temida, e por, isso adiada, mas… ou por redução dessa população excedentária ao esclavagismo, à fome, à doença ou a outras calamidades, naturais, ou induzidas que no mínimo diminuam a esperança de vida, a capacidade reivindicativa e os  direitos cívicos dos cidadãos etc. etc..
 É trágico, mas a terra não comporta o hiper-devaneio dos ricos na sua actual opulência, logo, para eles o caminho está traçado e em EXECUÇÃO, há muitos, muitos, anos, entre nós, com a contra-revolução do 25 de Novembro 1975. Tudo por aqui entrou, o vírus da destruição, 1ª a dependência, depois a condenação e a morte.
Não se pode provar que sem o 25 de Novembro 75 viveríamos numa ditadura comunista, como Mário Soares proclama aos sete ventos, mas prova-se à saciedade que com o 25 de Novembro 75 se abriu um caminho perigoso e com muito difícil retorno de total submissão aos interesses do capital financeiro mundial, com uma cada vez maior perda da soberania nacional.
Soberania Nacional que, perante um astronómico endividamento externo, em grande parte induzido pela força perversa e totalitária do capitalismo financeiro, pode estar definitivamente ameaçada, como está já na Grécia, como Eça de Queiroz previu-o há mais de um século, logo…

Mas tudo está perdido? Não, se os excedentários deste mundo louco, de 1/3 a 2/3 da humanidade, se unirem numa resposta global, e ao nível dos países fizerem o mesmo. Todavia aqui, começam as nossas dificuldades domésticas.

Não vai ser mesmo nada fácil, sairmos deste caminho de desastre e fim planeado. Era necessário uma mobilização massiva para a construção de uma DEMOCRACIA participativa que defendesse a DIGNIDADE Humana do nascimento até à morte e um DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO, isto é, os 3 D de sempre: DEMOCRACIA ( ou seja estado de direito: de direitos e deveres) DIGNIDADE e DESENVOLVIMENTO.
 Parte dos militares do Movimento das Forças Armadas  quiseram criar esta plataforma política. Em 1976 tentamos, mas os partidos de esquerda/ esquerda do PS mataram esse nascimento, e estamos, onde estamos, numa luta de resistência que pode acabar muito, muito mal. Pode acabar com a supressão da liberdade, ou com a emergência de uma nova sociedade, mas para esta segunda hipótese há tanta mentira e sectarismo a vencer que é uma eventualidade com um grau de dificuldade tremendo.
 A solução seja ela qual for, poderá emergir, quando o desespero e a imoralidade forem  máximas. A prova disto  pode ainda  levar uns bons anos, ou seja, daqui por uns anos feitas as contas, os ricos estarão mais ricos e a pobreza  terá aumento, e não falo da pobreza para comprar plasmas e bugigangas que esta não é a real pobreza, era e é dependência consumista, de que os bancos, governos, partidos de esquerda, sindicatos são responsáveis.
Os partidos de esquerda e os sindicatos, porque  pediram sempre melhores salários, o que era e é  justo, mas nunca disseram uma só palavra sobre o consumo ético e ecológico, orientado para uma melhor qualidade de vida, saúde e poupança; os bancos e os governos, porque alimentaram e estimularam a gula.
Naturalmente que o 1% dos mais ricos, mais os 9 a 10% dos seus testas de ferro são os maiores responsáveis pelo endividamento externo privado, mas isso nada nos defende de termos praticado um padrão de consumo patológico, sobretudo induzido pelo comportamento esbanjador daqueles paxás, mas podíamos na generalidade ter tido um melhor comportamento, quanto ao consumo, que uma minoria de portugueses teve, e neste grupo me incluo, logo,  revolta-me pagar as asneiradas que tanto denunciei.

Também é interessante ver, como tão tardiamente os nababos que são donos de Portugal chegam às conclusões certas. Ontem, diziam que era preciso aceitar a ditadura dos credores, hoje, dizem que afinal nos mercados impera a especulação  e uma luta letal entre o dólar e o euro. Neste quadro  até já propõem a resignação de Durão Barroso , se não estiver a fazer nada na Comissão Europeia. Logo quem tinha razão?
Contudo, para não nos tornarmos escravos dos senhores do mundo seria preciso restaurar uma REFORMA AGRÁRIA, a do PREC foi morta pela lei de António Barreto,  pelos governos do PS, PSD  e de Lurdes Pintassilgo que a impuseram a ferro e fogo em 1979, altura em que ainda havia Conselho da Revolução e os Militares Novembristas estavam no poder ( é bom ter memória); as Pescas, face à nossa grande plataforma continental e a industrialização quer para as exportações, quer para a substituição de importações.
 Todavia como nada disto está a ser feito,  o que está em marcha é a contra-revolução do capitalismo de desastre e choque, para reduzirem de 1/3 a 2/3 da população à condição de servos, em Portugal.
Portugal   que se pode tornar num quintal para negócios de férias e lazer dos poderosos do Mundo, em troca da manutenção da vida  da população com   qualidade  excepcional para  10%,  de  boa a razoável para 20 a 40% de parte dos restantes, e um verdadeiro inferno para os que estão na faixa vermelha do banimento.

Mas na grande engrenagem Mundial Portugal conta? Naturalmente contará pouco, mas um pouco que se juntando a outros poucos pode travar esta investida, e mudar, destruir a engrenagem que nos quer pulverizar,  obviamente, que para este cenário destrutivo não aconteça é preciso denunciá-lo,  o que, é um risco maior. Por  um princípio patológico de negação, muitas das pessoas que se sentem impotentes não querem saber do que pode ser o futuro.
Todavia é importante conhecer estes cenários para os contrariar e combater, sobretudo  para não se sair de uma  crise, para uma nova crise, como César das  Neves defende, mas sim, para uma sociedade mais DEMOCRÁTICA, MAIS DIGNA E MAIS DESENVOLVIDA.
Contudo esta realização só será possível, com o contributo dos 1/3 a 2/3 dos efectiva e inexoravelmente marcados, para servirem de moeda de troca, neste mercado global do esclavagismo pós-moderno.
Enfim… dormir é um direito. Acordar um direito e um dever.

andrade da silva

quarta-feira, 6 de julho de 2011

CAI UMA LÁGRIMA




MORREU UMA MULHER


MARIA NOGUEIRA PINTO


DEFENDIA CAUSAS DIFERENTES DAS MINHAS,


MAS DEFENDI-AS COM VIGOR, CORAGEM E DETERMINAÇÃO.


MORREU UMA MULHER


QUE DEU A VIDA POR CAUSAS.


CAI-ME UMA LÁGRIMA



MORREU UMA MULHER!



andrade da silva



PS: sentimentos de todos nós à família.

Les Miserables - Epilogue (TAC)



VER, OUVIR, OUVIR ,VER....

terça-feira, 5 de julho de 2011

OS TAIS MERCADOS QUEREM-NOS CRUCIFICAR?




O GOVERNO APERTA O GARROTE AOS PORTUGUESES. AS AGÊNCIAS DE NOTAÇÃO, HOJE, POR ISTO, AMANHÃ, POR AQUILO, FAZEM, A REÚBLICA PORTUGUESA SUBIR AO CADAFALSO.



SEM A EUROPA, SEM A SOLIDARIEDADE DA ALEMANHA, SEM A VOZ DA GRÉCIA, DE PORTUGAL E DA ESPANHA E, SOBRETUDO, DOS SEUS POVOS, ELES, OS DONOS DO CAPITAL, VÃO TENTAR TORNAR 30 A 40% DA POPULAÇÃO EM QUASE-ESCRAVOS, PARA QUE 1% DOS GRANDES CAPITALISTAS E + 9% DOS SEUS TESTAS DE FERRO ENRIQUEÇAM.



A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA AINDA NÃO É LIXO, MAS UMA AGÊNCIA JÁ DISSE QUE É, E, ASSIM, QUE SIM E QUE NÃO, OU QUE NÃO E QUE SIM, OU DE, ENTRE, UM TAlVEZ SIM E UM TALVEZ NÃO, LÁ VAMOS ANDANDO, MAS ESTAMOS, OU NÃO NA ROTA DA BANCARROTA?



QUEM NOS GARANTE, O QUE, QUER QUE SEJA?



MAS PERANTE TANTO SINAL GRAVE NÃO É TEMPO DA GENTE DE ESQUERDA, QUE TANTO FALA DE SOLIBARIEDADE, DE SE ORGANIZAR PARA SER SOLIDÁRIO, EFECTIVAMENTE, COM OS QUE VÃO CAINDO.



AS PALAVRAS E AS INTENÇÕES NÃO VÃO CHEGAR PARA SALVAR UMA SÓ PESSOA QUE SEJA.




andrade a silva

segunda-feira, 4 de julho de 2011

GRÉCIA:BANCARROTA ANUNCIADA, PORTUGAL ESTÁ NA MESMA ROTA?


( Há mais de uma década que andava a dizer, por entre increus, que quando os alemães se chatiassem de nos pagarem a paz social, isto ia ficar negro, e quanto à res- publica, desde os anos 76/77/78 que nos meus escritos de prisão está lá quase tudo. Quando somos injustos, ingratos, egoístas e deixamos os melhores para trás e apoiamos os velhacos, os impostores, como na inquisição e na PIDE, muitos torturados beijaram as mãos dos torturadores - as legitimas fraquezas humanas que é preciso humildade para as confessar e aceitar.Estive preso com pseudo-revolucionários, e vi os que soçobraram, mas logo se arvoraram à saída da prisão em heróis, quando lá dentro foram miseráveis e indignos farrapos humanos- só merecemos o INFERNO. Ao PURGATÓRIO, já chegamos, bem mais tarde do que esperava, e ao Inferno, ainda vamos a tempo dos nos safarmos, falo de cerca de 30 a 40% da população, obviamente? )




O cinismo, o ilusionismo e o descaramento, para ser brando na terminologia, nunca foram tão longe, mas é o que as cigarras merecem, só que as formigas, injustamente, vão pagar a maldita factura da insolvência criada por aquelas.


Desde os governos de Cavaco da Silva que reconheço que estamos a viver acima das nossas possibilidades.Escrevi ao próprio governo a dizer que a nossa rota estava errada, e recebi desse mesmo governo uma resposta por escrito que era dos portugueses que pagava IRS, dos que estava incluído no grupo dos 20% que melhor ganhavam, o que, me permitiu ver quanto as pessoas estavam a recorrer ao crédito, para viverem como viviam , com muito mais desaforo que eu. Logo...



Em Janeiro de 2008, porque ganhei a carta de alforria da liberdade de expressão, no blogue avenida da liberdade da Associação 25 de Abril, rebentado por uma vontade soberana, em 13 de Junho de 2008, no blogue do expresso e no blogue liberdade e cidadania, denunciei que vinha aí a chinização e uma certo regresso a um a dada idade Moderna, pós-moderna, e, logo, até revolucionários que se consideram da 1ª linha, me chamaram pessimista, e que nós portugueses éramos isto e aquilo.



Como os demais amantes sinceros considero Portugal um grande país, mas mal governado, e, agora, dizem que a Grécia está FALIDA, NÃO PODE CUMPRIR, NÃO PODE PAGAR, e que a declaração da bancarrota só será feita daqui a dois anos, para não afectar os bancos alemães e franceses, disse- o, ontem mesmo o Sr. João Barradas no programa prós e contra, e que nós seremos caçados por essa turbulência, inexoravelmente.


Neste mesmo programa o Sr. Cantigas ( que grandes cantigas traz), e sr. Pires de Lima do CDS, como há dias o sr. Marcelo Rebelo de Sousa, como o sr prof. Catedrático da Irlanda, e, ainda, o Sr. X e Y da banca e das finanças dizem a todos os portugueses : Oh gentes, mesmo que venham estar piores em 2016 que hoje, aceitem calmamente todas as medidas que vos impõem. Sejam pacientes e disciplinados. Não façam asneiras. Tem de ser assim, muito embora a bancarrota possa ser o porto de Chegada.


Todavia acho extraordinário que actualmente toda a gente fale de consumismo, contra o consumismo, e se considerem uns optimistas, mas como, oh gente louca e desvairada, cínica ? De facto toda a gente quis mais vencimentos para fazer gastos sumptuários, os ricos, e desnecessários, os pobres, e nisto foram cúmplices os bancos e todas as demais cigarras dentro dos sindicatos, partidos e até dentro da Igreja. Quem denunciava o consumismo era um parvalhão. Tal como na tropa, quando em 1980 se falava da guerra subversiva, e depois tiveram de aprender as técnicas daquela guerra para irem para Timor e o Afeganistão... coisas...


Falo com a moral de quem tem os pares de sapatos e ténis contados e utilizados até ao limite, não tem uma TV plasma e tem um TM de 1ª geração com uma memória para 6 mensagens, fica claro. Todavia gasto em assinaturas de revistas, tertúlias, produtos integrais - paradoxo são mais caros que os outros, apesar de diminuírem as despesas em saúde - e faço os consumos que César das Neves considera sábios, leio poemas, dou abraços e beijos e desloco-me para os distribuir ( A revista Dirigir nº114 do IEFP trata de um modo brilhante e muito completo o assunto consumismo. Já agora consideram um quase crime económico e ecológico o consumo de água engarrafada. Com o uso de filtros a das torneiras é da mesmo qualidade)


De facto é preciso rever o nosso modelo de crescimento e do comportamento social, mas não na rota da chinização, mas não na rota fascista, nem de modelos produtores de entropia, desastre e miséria, mas sim, da justiça e da dignidade, para o que seria necessário falar verdade, repor o comportamento honesto, e levar a que todos paguem a crise na medida que a criaram: primeiro os banqueiros, governantes e os grandes empresários parasitas que sobretudo investiram nos bens de consumo importados, depois os consumistas, finalmente todos nós, e, daqui resultam algumas medidas imperativas, de facto UMA REVOLUÇÃO.


Uma REVOLUÇÃO PELA DIGNIDADE que estabeleça UM RENDIMENTO MÁXIMO MORALMENTE ADMISSÍVEL, uma reforma fiscal justa, combate à corrupção , à economia paralela, se altere o padrão comportamental do consumo, reestruturando a politica de vencimentos que não se deve basear em subsídios, mas sim, em vencimentos justos. Sempre o defendi na Instituição,onde trabalhei - as Forças Armadas.


Todavia, face aos baixos salários que temos justifica-se o tal subsidio de férias que é um investimento para a economia e para as pessoas, é importante que as pessoas gozem de férias. Diferente é o subsidio de Natal que é sobretudo um incentivo para o despesismo, pelo que não deviria existir para vencimentos a partir de um certo nível, 3000 a 4000 €, e para os demais nunca devia exceder um dado valor de mil a mil e quinhentos euros, também deveria ser generoso. Como subsidio que é devia ser equitativo e não respeitar o vencimento, isto é, o estado faria uma transferência das verbas poupadas para os mais desfavorecidos, e se houvesse ainda verbas excedentárias deveriam ser dirigidas para o financiamento do estado Social.


Contudo, segundo o Sr. Cantigas, a solução para Portugal passa pela privatização de tudo. Mas se o dinheiro recebido só serviria para a diminuição do défice público e não do défice dos privados que é maior que o público, o que resolve as privatizações? E também não se vê como a passagem da EDP ou dos CTT para o sector privado aumentem a riqueza nacional e a competitividade da economia portuguesa, ou no que a altera?


Enfim, andamos estes anos todos a ouvir as cigarras e, agora, dizem que temos de estar de cócoras, para nos salvarmos ou morrermos no cadafalso da bancarrota. Ora neste dilema que anunciam - eles próprios anunciam - como querem que sejamos passivos, calmos, serenos, numa palavra tontos?




Como?




andrade da silva




PS: Sobre os livros e discursos de Mário Soares. São muitas as citações que tenho nos meu diário de prisão sobre este nosso concidadão, quando apelava ao nosso patriotismo para recebermos de braços abertos o FMI, ou quando em 31 de Janeiro de 1997, no Porto, recordando a acção heróica dos sargentos de 1891, gritava para fazermos frente ao golpe fascista que segundo ele poderia eclodir naquela ano, comentava, então, assim as suas palavras: "Mário Soares corre o risco calculado de só ficar pelas palavras, julgando assim que foge ao pesado julgamento da história - acrescento agora do povo e não da burguesia - que o há-de identificar como alguém que deixou de servir o socialismo e o povo trabalhador".


Mais apontamentos tenho sobre os seus comportamentos e da nomenclatura do PS: Manuel Alegre, Jaime Gama, Gonelha, e outra gente, MY GOD, que gente! Portugal, como não poderias estar, onde, estás?



COMO?


Ainda o meu aplauso para a intervenção com fibra de Carlos Carvalhas do PCP, obviamente que todos os construtores do Futuro querem é construir um modelo de sociedade diferente dos que não foram justos, obviamente, Sr. Pires de Lima que também teve dificuldade em dizer qual era o seu: o da Noruega, o da Alemanha, o da Suazilândia, o dos EUA?