quinta-feira, 7 de março de 2013

SONHO

quarta-feira, 6 de março de 2013

DO PORTUGAL DA DOR, AO PORTUGAL DA VITÓRIA







EI-LOS QUE PARTEM -EMIGRAÇÃO DOS ANOS 60, determinantes: o fascismo, a fome, o desemprego, a guerra.

            EIS QUE DE NOVO PARTIMOS, determinantes: a corrupção, o desemprego e um dia destes chegará a fome e a guerra de extermínio dos pobres e idosos, estes, considerados " A PESTE GRISALHA" pelo deputado Peixoto, este sim, devia estar fora da Assembleia da República não por um qualquer motivo gratuito, mas pela imoralidade grave da sua fobia e virose letal contra os idosos. Ofendeu a dignidade da República, dos Portugueses e de Portugal.

Ele,sim, uma Grande PESTE e VÍRUS LETAL, para a Democracia, Portugal, a Civilização, portanto, a sua EXPULSÃO DO PARLAMENTO é UMA MISSÃO PARA O RESTO DAS NOSSAS VIDAS.

Com a sua expulsão, a dos Andeiros da Governação e com um Projecto Nacional para os milhões  de portugueses que protestam PORTUGAL VOLTARÁ A SER DE ABRIL e NÃO DE NENHUM FASCISMO.




andrade da silva


terça-feira, 5 de março de 2013

Pequenina - Florbela Espanca

Florbela Espanca

Florbela Espanca

segunda-feira, 4 de março de 2013

EMIGRAÇÃO






Ei-los que partem, novos e velhos, vão à procura dum novo mundo…era assim a cantiga deste tempo.

No Futuro próximo, perguntas tu.,

Portugal sempre foi um país de partidas : os próprios descobrimentos mais  não foram do que a partida á qual demos o nome de descobrimentos.

Tenho para mim que outros povos , possivelmente com hipótese de se terem lançado nesta aventura não o fizeram, porque não precisavam de se mudar já que estavam bem nas suas terras…nós precisávamos de partir…só se muda, só parte quem precisa…e lá fomos enriquecer outros pois esquecemo-nos que a maior riqueza de um povo é esse mesmo povo.

Nós, exportamos a riqueza em vez de exportarmos o resultado da produção. Diria um ex PM : é a vida…mas esta é uma triste vida…há dias um sobrinho meu que financeira e socialmente está muiiiiito bem na vida dizia –me : olha padrinho, a vossa geração teve pouco, mas conseguiu ter o bastante para dar á minha muito. A minha já anda á rasca para dar alguma coisa aos filhos e os meus filhos provavelmente nem filhos vão conseguir ter…

Um abraço

Dorbalino Martins

PS: Abraço Dorbalino, os meus olhos ficaram  húmidos com a expressão dos teus sentimentos. Também   sou pai, e por causa do estado a que chegamos não sei se verei o nascimento de um neto, até porque, como coronel o exército, na situação para mim/nós de reformado, para o PAPA de emérito fui espoliado, em cerca de 30% nos meus rendimentos  por erros, fraudes e consumismo que não pratiquei, e,sucessivamente denunciei, agora punem-me, impedindo-me de socorrer quem quer que seja, para além do que já faço.

andrade da silva

domingo, 3 de março de 2013

A GRÂNDOLA VILA MORENA É REVOLUÇÃO: ANTEONTEM, ONTEM, HOJE, AGORA, E SEMPRE.



                                                                     

Quem sucessivamente tem andado nestas manifestações entende que estas vagas sucessivas de pessoas reclamam urgentemente uma LIDERANÇA, para com um novo projecto mudarem  Portugal e a governação de Portugal.

Quem quer ver, vê, que estas vagas sucessivas de gentes, que marcham  ao som da liberdade e o descontentamento reclamam que o Presidente da República demita este governo e depois renuncie.

Quem quer ver,  vê, e fala com as pessoas destas vagas de gentes das classes médias, apesar dos muito cartões que o Bloco de Esquerda distribuiu indevidamente,  que o que a maioria de nós reclama é uma nova governação que não se identifique simplesmente com a canção Grândola Vila Morena, mas sim e, muito mais,  com o facto histórico que lhe está subjacente, o 25 de Abril, porém,  alguns desfasados no tempo acham que se devia cantar os Vampiros. Não!  A canção certa para este momento é a Grândola, e é, sobretudo,  o facto histórico o 25 de Abril 74.

O que tudo anteontem, ontem e hoje foi dito é que milhões de Portugueses querem um nova democracia, uma democracia que não pode ser de modo algum a democracia prisioneira dos  partidos, tem de ser uma DEMOCRACIA DO POVO, e para isto, neste momento só falta a cabeça para a fundação desta Democracia.

Também quem quer ver, vê, que nestas manifestações aparecem alguns que querem uma solução nacionalista.

Como é óbvio não conheço, nem  vi cara a cara toda esta gente, mas vi cara a cara muita gente que conheço. Vi muito civis e militares. Nos civis vi muita gente do Partido Socialista, Bloco  de Esquerda, alguns antigos e altos dirigentes do PCP e concidadãos sem partido do Alentejo/Grândola e outras terras;  nos militares vi alguns no activo logo pura e simplesmente militares, dos do  meu tempo vi poucos dos considerados como mais progressistas, o que lamento, todavia vi muito activos os participantes do 25 de Novembro, alguns com cartazes exigindo a demissão da Corja... estranho,mas...

 Este tempo, agora, é que seria o tempo de uma instituição Nacional supra-partidária  com ética e moralidade, que  ajudasse o povo Português e Portugal a serem de novo Portugueses e PORTUGAL, mas como?

Com uma governação sábia, honesta e firme que ao nível interno limpasse Portugal das Governações corruptas, incompetentes que escravizam os portugueses e destroem a economia Portuguesa, quando deveriam equilibrar as contas públicas, o que só  pode acontecer com o combate à corrupção,  o incremento do desenvolvimento, do emprego, a industrialização, da recuperação da agricultura e das pescas, e o aproveitamento e exploração dos nossos recursos naturais; e ao nível externo promova uma grande aliança com os países a Europa do Sul para evitar, e combater o renovado fascismo Alemão, agora sob a forma de fascismo financeiro apoiado por um sindicato de países do Norte, a União Europeia de Merkel/ Barroso, o Fundo Mundial Internacional e o Banco Central Europeu.

Mas perante a desagregação do País, da Pátria, as FORÇAS ARMADAS TÊM SÉRIAS E GRAVES RESPONSABILIDADES INALIENÁVEIS: O CAOS, A GUERRA CIVIL, AS DITADURAS não são a solução para Portugal.

O povo e os militares que fizeram Abril, apesar da Instituição Militar nunca ter recebido com a exaltação devida o património histórico do 25 de Abril, naturalmente  esperamos e confiamos que as actuais Forças Armadas, respeitarão e HONRARÃO,  o SEU SOLENE E CONSTITUCIONAL COMPROMISSO COM O POVO PORTUGUÊS, e que os militares de Abril selaram com os Portugueses e Portugal, e,só assim,  poderá ser.

andrade da silva

PS: O lugar que neste furacão do descontentamento Português, o secretário -geral do Partido socialista, passeando, por Rio Maior ocupa,  é simplesmente patético, é mesmo de um fora de jogo evidente.

sábado, 2 de março de 2013

Grândola, Vila Morena (25 de Abril)


sexta-feira, 1 de março de 2013