quinta-feira, 31 de março de 2011
PROLIFERAÇÃO DE PÁGINAS E GRUPOS: VÃ VAIDADE OU FALTA DE CONTROLE DA ANSIEDADE OU REVOLUÇÃO?
PROLIFERAÇÃO DE PÁGINAS E GRUPOS: VÃ VAIDADE OU FALTA DE CONTROLE DA ANSIEDADE OU REVOLUÇÃO?
A nova página Plataforma Democracia Directa Portugal
Além da grande multiplicação de grupos e subgrupos que só se podem destruir uns aos outros numa competição letal, este apresenta uma característica totalmente incompatível com qualquer projecto de democracia directa que é ser fechado.
Em Portugal já se trabalhou muito, e bem, num projecto de democracia directa em tempo real e não no ciberespaço e a sua característica fundamental era a total abertura.
Trabalhei neste projecto, através da aliança do POVO-MFA. Hoje, em Março de 2011, um dos seus proponentes, Otelo Saraiva de Carvalho, diz que era irrealista.
Se era ou não, não sei, mas sei que por pressão dos americanos, desajustamento ao país e um grande ódio da burguesia e das classes possidentes representadas pelas forças militares suas aliadas, o projecto foi morto ainda no berço, em 25 de Novembro 75.
De qualquer modo todo este experimentalismo e formação nervosa de grupos e mais grupos revela algo de positivo se não for movido pela vaidade, mas estando muitas das mesmas pessoas nos vários grupos não seria de começar a haver alguma concentração de esforços, por exemplo o que tem este grupo de diferente do que propõe o mesmo através de uma concentração por tempo indeterminado junto a Assembleia da República a partir de 1 de Abril?
Seria bom reflectir que o jogo politico real não é da mesma natureza que o jogos de computador de estratégia, pelo simples facto de que as pessoas não são seres cibernéticos são pessoas que sentem e pensam e se sentirem usados por algum jogador de computador, podem chatear-se com os que as pretendem usar num jogo que pode ser LETAL, para elas e para a grande VITÓRIA do 25 de ABRIL 74 - A LIBERDADE.
De qualquer modo seria importante não perder de vista que a REVOLUÇÃO ÁRABE está no patamar civilizacional do 25 de Abril 74, ou seja a luta nos países jovens ( média de idade 20 e poucos anos, em Portugal é de quase 40, e com um esperança de vida talvez a rondar os 50, 60, em Portugal é de 80 anos ) é pela LIBERDADE, eles vivem generalizadamente no limiar da pobreza, em regimes ditatoriais. Quando há pouca mais de um visitei Marrocos, com o seu salários médios ao nível dos 200€, considerei aquele país como um campo de extermínio a céu aberto.
Da minha parte acreditando nos jovens, sabendo que eles como nós no 25 de Abril 74 serão os motores da transformação social, não tomarei a posição desvairada de aplaudir acriticamente o que deve ser pensado maturamente, só para parecer jovem de espírito, mas tonto.
PS: Coloquei este comentário naquela página, após o que deixei de ter acesso à dita, se forem os administradores a cortarem o acesso, logo se vê que "gandes" democratas são.
Andrade da Silva
quarta-feira, 30 de março de 2011
A TERTÚLIA DOS ANCIÃOS DO SÉCULO

A TERTÚLIA DOS ANCIÃOS DO SÉCULO
A tertúlia de ontem, dia 28 de Março 2011, do programa “prós e contras” da RTP1, foi uma boa tertúlia cultural de vencidos da vida, ou vitoriosos, caso do Sr. Salgueiro e do Padre.
Em vez de falarem de generalidades poderiam ter falado do que talvez mais saibam ou não: da vergonhosa aplicação do protocolo de Bolonha, nada mudaram e, na maior parte dos casos, dividiram as licenciaturas em dois ciclos e tornaram o 2ºciclo caro, desvalorizaram as licenciaturas, e loucamente equiparam licenciaturas de 3 anos às de 5; poderiam ter falado do planeamento estratégico para as competências do país; deveriam ter falado como a universidade se deve abrir à sociedade empresarial; poderiam ter falado em que áreas de ponta e na cauda industrial se podia investir mais em investigação, nisto ficaram a grande distância dos seus pares académicos, que em 1970-73 faziam parte da equipa de Marcelo Caetano (estou a ler os editoriais do jornal do comércio do período de 70-73, azar para estes doutos); podiam ter falado no sistema de selecção para as faculdades baseado nos resultados académicos, mas também em competências; poderiam ter falado como se retira das universidades os chicos espertos que não lêem as provas dos alunos, mas atribuem uma nota, também conheço professores destes; poderiam ter falado da avaliação dos professores que muitas vezes pré-senis lá se mantêm a dar aulas (conheço alguns incompetentes, sei os seus nomes, fui aluno durante 10 anos, tive cerca de 100 professores); dizem que os políticos dizem uma coisa e no dia seguinte outra, alguns deles também, com a agravante de ser em matéria cientifica; poderiam ter falado da falta de qualidade e utilidade de algumas teses de doutoramento etc. etc..
Aflorou José Gil a questão de que os alunos são inteligentes , mas não desenvolvem a sua capacidade criativa, pudera ! Eles próprios, os professores, em muitos casos são medianos e castram qualquer criatividade. Tive cadeiras em que o professor se recusava a avaliar trabalhos, porque estavam fora de um dado âmbito da disciplina, e porque a sua aceitação ponha em causa uns dados protocolos que no Centro de Estudos Africanos do ISTCE, à altura, se estariam a fazer com países africanos etc.
Ainda falou o filósofo José Gil que um indivíduo é mais que ele próprio, claro, que é atingido por mil forças quando realiza um acto criativo, brilhante. Mas como se converte esta força em energia útil para fazer a destruição criativa do nosso tecido politico putrefacto. A sociedade está num estado comatoso, devido ao facto de viver há muitos anos a paredes meias com um pântano.
Mas brilhante foi o padre ao propor resignação à vontade de Deus. Claro que muitos de nós concordamos que as catedrais hoje são os centros comerciais e, que, isso, resulta de um comportamento compulsivo que leva as almas para o inferno e as contas do estado para o abismo, que uma vez mais refiro se iniciou em 1971, como os dignitários de então o denunciam, mormente Américo Tomás no discurso de ano novo de 1973, subordinado ao tema: o Caminho do Caos e o caminho da ordem”, onde, nitidamente se faz a apologia da exiguidade desenvolvimentista para evitar a toxicodependência, a pornografia e o roubo etc. .
Todavia o que há a fazer antes de mais é estabelecer o Rendimento Máximo Admissível, recuperando uma certa moralidade que existiu até 1980, em que os rendimentos dos gestores eram no máximo 30 vezes superiores aos rendimentos médios dos outros trabalhadores, hoje, atingem a cifra imoral de 300 a mil vezes ou mais superiores.
Em vez de dizerem que todos temos de pagar a crise, podia o Sr. Salgueiro ou outros dizerem como isso se faz através da justiça fiscal, poderiam até referirem-se aos EUA. etc. etc..
Enfim, uma tertúlia velha com ideias e dúvidas sobre o que seria a mobilização de Portugal, muito comuns a outras tertúlias de académicos do governo de Marcelo Caetano de 1970 a 73. Nada de novo. Lídia Jorge diz que isto está tudo podre, mas não se expõe, não se oferece para encabeçar ou apoiar qualquer movimento de regeneração, deixa isso, e muito bem, entregue aos jovens e não só, que marcharam ao som de uma canção, mas hoje na sua página do facebook limitam os comentários a alguns e passaram de grupo aberto a fechado, mas disto a Sra. Lídia Jorge nada sabe.
É preciso investigar, dá trabalho, é ser otário, é uma chatice, e, ainda por cima, uma pessoa aborrece-se e tem de chamar os bois pelos nomes: snobes, elitistas, totalitários, com tiques fascistas, etc. Ora para quem gosta de ser cordato e não se comprometer, isto, é o cabo dos trabalhos. Só otários, poetas, heróis ou loucos se dão a estas coisas.
PUDERA!... coisas…
andrade da silva
segunda-feira, 28 de março de 2011
IR A ROMA E VER O PAPA

Lá de longe e mesmo pela imagem transmitida pelos grandes écrans parece uma figura com alguma fragilidade, própria dos seus 84 anos, e, assim, como um bom avozinho ia lendo mensagens em diversas línguas para os diversos peregrinos, sobretudo jovens que logo faziam grande barulho a dizerem que ali estavam, quando as suas escolas eram citadas. A mesma juventude Universal, bela, generosa.
Nos textos o Papa falava-lhes de personagens históricas das suas terras e dos valores cristãos que sempre defenderam, supostamente sempre, o amor, a fraternidade, o trabalho. Não sei se os jovens o escutavam, mas estavam lá, e sempre muito inquietos e nas suas brincadeiras costumeiras com os outros.
Mas ao olhar para aquele papa não pude abstrair-me da imponência daqueles monumentos, de toda a estrutura administrativa de poder do Vaticano que na sua grandeza se continua a perpetuar, como capital de um grande império religioso, e, assim, um homem frágil pode ser o sucessor de outros que não o foram, e determinar de um modo tão forte o destino de muitos milhões de pessoas.
De facto, contrariamente, ao que alguns afirmam as religiões não são uma forma de ignorância activa, muito pelo contrário, são um grande desenvolvimento do saber fantástico, a que se associa todo o peso e eficácia da semiótica e do deslumbramento e esmagamento da pompa material para seduzirem e, ou aprisionarem as almas sem qualquer saída possível.
O museu do Vaticano tem dimensões modestas, quando comparado com o Louvre, mas é uma bela jóia, e revela a mecânica, como todos os príncipes do poder, e, sobretudo os déspotas perpetuam o seu poder, recorrendo ao culto dos mortos para se glorificarem. Neste culto têm especial destaque os pobres pelintras dos mártires, como: Pedro, crucificado de cabeça para baixo para se distinguir do seu mestre e Paulo decepado. Para além deles os imponentes papas, merecendo uma especial atenção João Paulo II. O bom Papa João XXIII, lá está, solitário, dentro da Basílica e com pouca gente junto dele. Perante a sua memória e bondade me curvo.
Na Capela Sistina lá se fica a saber que Miguel Ângelo não era pintor, mas foi induzido a aprender para pintar o tecto da capela, segundo um dado método de polvilhamento, e pasme-se, o grande Miguel Ângelo, que detestava o secretário do papa, lá colocou a sua cara numa alma penada nos infernos, no canto inferior esquerdo da pintura, e para maior punição daquele personagem, para si hostil, colocou-lhe uma serpente na cintura. Genial e grande Miguel Ângelo, só por isto valeu a pena ir a Roma para homenagear este grande e emotivo artista. Se soubesse, quanta gente pintava no Inferno com serpentes, desde os salazares, aos pinochet's, mas sobretudo os hipócritas e cínicos de hoje que ainda se dizem pais da democracia e amigos do povo, dos plebeus, quando os traíram vergonhosamente, ou os sangram.
Para além disto Roma é o Coliseu, o monumento o Altar da Pátria, o Forum romano, onde, Júlio César, um ditador, foi assassinado, os ditadores e as ditaduras um dia acabam, tão certo é, que o escribas do jornal do Comércio, o diziam em 1972/73, sem se aperceberem que viviam numa ditadura, o que, é hoje comum a muitos portugueses sujeitos a verdadeiras ditaduras dentro das suas organizações de pertença, e de nada se apercebem. Como é bom ser cego!
Mas Roma também é o Panteão, e muitas praças com os seus obeliscos a publicitarem cada vez mais a expansão do poder papal, depois da conversão do imperador Constantino IV ao catolicismo.
Roma de facto foi a capital de um império, mas pelo menos mais honesta que a Grécia na pintura dos feios e dos aleijados. Na Grécia só se pintavam Vénus e David, em Roma, também um feio poderia ser pintado, e Roma continua a ser a capital do Império religioso Católico.
Em Roma também impressiona os milhares e milhares de turistas que enchem aquelas ruas e que pagam 2 € por cada noite que lá passam até o máximo de 10, para a conservação daquele património, e as viaturas pesadas cerca de 150€/ dia. Medidas de sábia gestão que se não forem para os padrinhos é justo e adequado.
Nesta viagem fui na companhia de 104 portugueses do Norte e de cá do Sul, até Setúbal, gente toda com mais de 50 anos, de diversos estratos sociais, mas a maioria plebeus, o 3º estado, a que também me honro de pertencer por questão de nascimento e de opção, mas como gostaria de ver tanto burguês que fala do povo-plebeu, posto anonimamente no meio das gentes num sel-service, ao pequeno almoço, com todas as máquinas de café, leite e sumos avariadas, numa confusão e empurrões e encontrões com as sandes a saírem dos tabuleiros e a caírem no chão. Como gostaria de ver esses hipócritas nestas cenas, que sempre que se deslocam, para os lugares onde está o povo anunciam o sua chegada e percorrem todos os espaços sobre tapetes, para não sujarem os seus sapatinhos.
Durante a viagem soube-se na quarta-feira da queda do Governo. Muito poucos lamentaram essa mais que esperada queda, poucos a festejaram, mas muitos sentiram-se aliviados, porque associam a Sócrates uma imagem muito pesada de falta de credibilidade e os PEC, ficou estabelecida a ideia que os PEC jamais teriam fim, com Sócrates.
Todavia para além dos poucos fervorosos adeptos de Sócrates e de Passos Coelho, o que mais se sentia era por parte de muitos indiferença e de outros a convicção que tudo vai ser pior, mais grave, independentemente da alternância no poder. Sente-se este peso da falta de alternativa que, como era esperado, de acordo com as leis sociológicas da regularidade, se começam a desenhar, e que escrevi no meu último texto.
Senti a amizade e a simplicidade destas pessoas e a tristeza profunda materializada num velhote de 82 anos, em que a mulher companheira de todos os momentos e destas andanças morreu há 3 meses. Choro a sua dor e fiquei muito impressionado com a sua tristeza.
Foi bom ter vivido estes dias, por sinal de bom tempo, agora regresso e estamos num inverno total, como em 1975, em 1973, em 1926, ou em 1910. O cinismo, a mentira, a luta entre galos, os ditadores residuais, o salazarismo das organizações e do estado, vão matar a liberdade, Abril e, sobretudo o POVO.
andrade da silva
PS: Que pena que tão poucos leiam estes textos e pior os oiçam, mas infelizmente por se passar ao lado de tanta coisa e ouvirem e acreditarem nos mesmos maus líderes, de erro em erro, iremos parar aos infernos, e já não faltará assim tanto.
Universal Urgência Marília Gonçalves
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um ramo de legumes? |
ZECA AFONSO Traz Outro Amigo Também
ZECA AFONSO
Traz outro amigo também
Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também
Em terras
Em todas as fronteiras
Seja bem-vindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também
Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também
“Nunca pensei viver…” Jorge de Sena

Nunca pensei viver para ver isto:
a liberdade – (e as promessas de liberdade)
restauradas. Não, na verdade, eu não pensava
- no negro desespero sem esperança viva -
que isto acontecesse realmente. Aconteceu.
E agora, meu general?
Tantos morreram de opressão ou de amargura,
tantos se exilaram ou foram exilados,
tantos viveram um dia-a-dia cínico e magoado,
tantos se calaram, tantos deixaram de escrever,
tantos desaprenderam que a liberdade existe-
E agora, povo português?
Essas promessas – há que fazer depressa
que o povo as entenda, creia mais em si mesmo
do que nelas, porque elas só nele se realizam
e por ele. Há que, por todos os meios,
abrir as portas e as janelas cerradas quase cinquenta anos -
E agora, meu general?
E tu povo, em nome de quem sempre se falou,
ouvir-se-á a tua voz firme por sobre os clamores
com que saúdas as promessas de liberdade ?
Tomarás nas tuas mãos, com serenidade e coragem,
aquilo que, numa hora única, te prometem ?
E agora, povo português?
Jorge de Sena
Obras de Jorge de Sena 40 anos de servidão. Lisboa: Morees, 1979
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Latitudes a Revista da Lusofonia lança SOS
vous sollicitons ; nous vivons plutôt cet appel comme une contrainte !
Mais c’est bien la première fois depuis sa création en 1997 que la
revue traverse une difficulté financière aussi importante, au point de
mettre en cause sa propre existence, si un élan de solidarité de la part
de ses plus proches collaborateurs et amis ne se manifeste pour
contrarier les effets de la crise. Latitudes remercie l’Association « Casa dos Arcos de Valdevez » pour son initiative de soutien.
“Casa dos Arcos de Valdevez en Région Parisienne” a programmé une
journée culturelle pour le 15 mai 2011, à St. Maur-des-Fossés.
exposition les œuvres des peintres, l’Association organise un repas
convivial dont le bénéfice sera versé en solidarité à la revue « Latitudes Cahiers-Lusophones ».
sous une forme théâtrale. Des responsables de la revue présents
pourront expliquer, si nécessaire, les buts d’affirmation des cultures
Date limite d’Inscription pour le repas: Dimanche 8 Mai 2011
N.B.
qui pour des raisons diverses, aussi parce qu’ils sont absents de la
région ce jour là peuvent manifester leur solidarité en envoyant un
chèque à « Latitudes » à l’adresse : Association « Cahiers Lusophones »
A Revista Latitudes em Perigo
Latitudes a Revista que defende a Lusofonia, corre perigo, por dificuldades financeiras
A revista ”Latitudes”, de reconhecida qualidade,
...contacto: latitudes.cl@neuf.fr
Não pode calar a sua voz..
Envio este apelo à solidariedade para com a revista “Latitudes”. De entre os que quiserem, e poderem, juntar-se a nós na refeição que a “Casa dos Arcos de Valdevez”, com sede em St. Maur des Fossés, organiza no próximo dia 14 de Maio de 2011, são muito bem-vindos. A Associação quer garantir uma noite num ambiente popular. Para isso a inscrição prévia é necessária porque os lugares são contados. (Ver documento junto).
Peço também o favor de enviarem esta informação a todos os vossos contactos.
Obrigado,
José Barros.
quinta-feira, 24 de março de 2011
O Mundo da Leitura
Portal de Literatura
leia, leia sempre!
Literatura Infantil
Por um Mundo melhor: ofereça Livros
e se o puder fazer: perca livros, uma Associação em França criou este principio: perdermos um livro, propositadamente, incita outras pessoas à Leitura
parece-me uma grande ideia! se a aprovam, sigam-na, um Livro, mesmo em 2°mão, é sempre um Livro, compre livros, mesmo usados e perca-os. Ajude a transformar as mentalidades e a melhorar Portugal e o Mundo
Marília
quarta-feira, 23 de março de 2011
E, se Abril ficar distante, desta Terra e deste Povo, a nossa força é bastante para fazer UM ABRIL NOVO !
Hoje, tal como então, ( no vídeo que vos mando) as hienas estão cá a
sugar o sangue de quem trabalha... está na hora de pensar e acreditar
que, "SE ABRIL FICAR DISTANTE, DESTA TERRA E DESTE POVO, A NOSSA FORÇA É
http://www.youtube.com/watch?v=okiHjcc32rs
de Pé por Abril
terça-feira, 22 de março de 2011
Poesia declamada nos cafés do Funchal- novas da Poesia Para o Madeirense ausente
domingo, 20 de março de 2011
ABRIL NUNCA SERÁ DESISTÊNCIA, MAS….
Amigas e Amigos

sábado, 19 de março de 2011
DESPERTAR O PAÍS, SIM, MAS COMO, ANTES DO DESASTRE? a Voz do Capitão de Abril Andrade Silva
quinta-feira, 17 de março de 2011
ABUTRES
